Porque será que só se encontra a notícia na "Al Jazeera"? 200 soldados israelitas chegaram à capital da Hungria (como delegação militar) no início da semana passada. Chegaram com aparato em 4 autocarros de vidros fumados e entraram directamente para o parlamento (encerrado ao público desde Setembro passado) onde foram recebidos pelo porta-voz Laszlo Mandur dirigindo-se depois para a sinagoga de Budapeste.
Ninguém do governo explicou a razão de tão bizarra situação levantando-se, naturalmente, várias especulações quanto à presença de tão significativo aparato militar (Defesa da sinagoga de Budapeste? Reforço das forças repressivas do Governo? Eventual resgate do Primeiro-ministro e governo em caso de necessidade?). Qualquer qu seja a explicação o governo húngaro prostou-se perante os eleitos, vá-se lá saber porquê...(não esqueçamos, todavia, que a Hungria é um dos Estados que ainda paga indemnizações deportativas à "rapaziada" do levante).
A resposta parcial talvez se encontre no "Jerusalem Post" que apelava à comunidade judaica para abandonar o país (como sempre a rapaziada vive sempre no dilema de quem são, ou do que querem ser, autosegregados como sempre, isso é certo...) tendo em conta as possíveis manifestações anti-semitas.
Um judeu húngaro (será que isso verdadeiramente existe?), Tamir Glazer, estudante de medicina declarou que há permanentes manifestações contra os estrangeiros (manifestações que ninguém conhece nem viu...) e que os extremistas fizeram circular uma petição anti-semita, petição cujo conteúdo não especifica (então não se sabe o conteúdo mas sabe-se seguramente que é anti-semita...)...
A única petição que tem circulado é contra a inexplicável presença de uma força armada estrangeira no país, mas como por "acaso" é nazi dos eleitos é óbvio que os malvados húngaros que assistem à invasão da sua terra por un contingente militar estrangeiro são imediatamente nazis, fascistas, racistas, anti-semitas, xenófobos, etc... A cantilena habitual aplicada àqueles que ousam apontar o dedo a qualquer coisa feitas pelos "eleitos"...
De qualquer dos modos o cenário está montado, as ameaças identificadas e a repressão sobre os húngaros pode continuar...
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