23 julho 2013

ALFARRÁBIO 6

"História do anti-semitismo. 1945-1993", obra dirigida por Léon Poliakov, Edições Instituto Piaget, 1997, 490 págis (15€+portes ou recolha em mão). "Poemas" de Friedrich Nietzsche ( 3ª ed.), Edições Centelha, 1986, 307 págs  (7,50€+portes ou recolha em mão).  "O Segredo da Maçonaria" de Jacques Ploncard d'Assac, Edições ACTIC, 1984  (6€+portes ou recolha em mão).

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29 setembro 2007

A PROFANAÇÃO

Dois jovens, seguramente pouco atentos e cuidadosos, foram apanhados a profanar o cemitério israelita de Lisboa. Muito já foi escrito sobre o assunto e agitados outros tantos espantalhos. A verdade é que importa dizer que, para além da manifesta falta de tacto dos dois (um deles já indiciado noutro processo), importa sublinhar a absoluta falta de interesse do acto. Qual o objectivo "político" de invadir aquele antro para profanar as campas? Se a motivação é anti-judaica (poderá ser apenas um acto deslocado de afirmação de convicções estéticas), importará lembrar que os judeus que devem preocupar, quem assim pensa, são os vivos e não os que estão no "jardim das tabuletas" (será que esta expressão se adequará a tais ecmitérios?). A verdade é que a Esther, o Joshua e outros integradíssimos "portugueses" se indignaram. A verdade é que ninguém se lembrou de apontar que até na morte os judeus são xenófobos - tal como o são no seu quotidiano - ao ponto de necessitarem de um cemitério só para eleitos, seguramente que a mistura de vermes com os que se alimentam dos "goyim" muito os prejudicaria...
Enfim, misérias de um povo "superior"...

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22 março 2007

BUDAPESTE SOB OCUPAÇÃO ESTRANGEIRA?

Porque será que só se encontra a notícia na "Al Jazeera"? 200 soldados israelitas chegaram à capital da Hungria (como delegação militar) no início da semana passada. Chegaram com aparato em 4 autocarros de vidros fumados e entraram directamente para o parlamento (encerrado ao público desde Setembro passado) onde foram recebidos pelo porta-voz Laszlo Mandur dirigindo-se depois para a sinagoga de Budapeste.
Ninguém do governo explicou a razão de tão bizarra situação levantando-se, naturalmente, várias especulações quanto à presença de tão significativo aparato militar (Defesa da sinagoga de Budapeste? Reforço das forças repressivas do Governo? Eventual resgate do Primeiro-ministro e governo em caso de necessidade?). Qualquer qu seja a explicação o governo húngaro prostou-se perante os eleitos, vá-se lá saber porquê...(não esqueçamos, todavia, que a Hungria é um dos Estados que ainda paga indemnizações deportativas à "rapaziada" do levante).
A resposta parcial talvez se encontre no "Jerusalem Post" que apelava à comunidade judaica para abandonar o país (como sempre a rapaziada vive sempre no dilema de quem são, ou do que querem ser, autosegregados como sempre, isso é certo...) tendo em conta as possíveis manifestações anti-semitas.
Um judeu húngaro (será que isso verdadeiramente existe?), Tamir Glazer, estudante de medicina declarou que há permanentes manifestações contra os estrangeiros (manifestações que ninguém conhece nem viu...) e que os extremistas fizeram circular uma petição anti-semita, petição cujo conteúdo não especifica (então não se sabe o conteúdo mas sabe-se seguramente que é anti-semita...)...
A única petição que tem circulado é contra a inexplicável presença de uma força armada estrangeira no país, mas como por "acaso" é nazi dos eleitos é óbvio que os malvados húngaros que assistem à invasão da sua terra por un contingente militar estrangeiro são imediatamente nazis, fascistas, racistas, anti-semitas, xenófobos, etc... A cantilena habitual aplicada àqueles que ousam apontar o dedo a qualquer coisa feitas pelos "eleitos"...
De qualquer dos modos o cenário está montado, as ameaças identificadas e a repressão sobre os húngaros pode continuar...

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