21 setembro 2010

CONTRA A "EDUCAÇÃO" SEXUAL...

A não perder hoje n' "O Diabo" e ainda as festanças e desventuras do 5 de Outubro em que se exalta, uma vez mais, a divisão e se esquece a Fundação. Opções vesgas de um país governado por vesgos e sectários..

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25 junho 2010

SEXO E PROMISCUÍDADE

Já uma vez lembrei aqui, a propósito da denominada disciplina de "educação sexual", as sábias palavras de D. Luís da Silveira, homem probo e Português de antanho, de que as cousas seu tempo tem, ou seja de que para tudo há um tempo na vida.
Parece que uma denominada Associação para o Planeamento da Família - que creio bem deverá ter como principal objectivo suprimir a natalidade e acabar com a família - já anda a distribuir "kits" de "educação sexual" pelas escolas e consta que são de tal monta que vários pais se mostraram já revoltados.
Face ao calamitoso estado da educação em Portugal parece que alguns querem fazer-nos crer que se trata de assunto capital, como se a juventude de hoje não estivesse bastamente informada sobre o assunto, talvez nem sempre do melhor modo, anuo. Mas parece que a coisa irá até ao 1º Ciclo.
Sabem os deuses que não sou propriamente um moralista mas creio que a sociedade de hoje se aproxima do abismo. A "carnalidade" tomou conta da vida dos jovens (que consoante a situação os educadores pretendem ver como crianças - com os direitos inerentes às mesmas - ou como jovens adultos - nem sempre com as responsabilidades inerentes a tal condição...), torna-se uma obcessão, banalizou-se, o parecer sobrepôs-se, como conceito, ao ser e as escolas, cada vez mais, transformam-se em desfiles de vaidades e montra de oferta sexual ou proto-sexual. Frequentemente tal constatação faz-me ter saudades das escolas do meu tempo, pelo menos não andavamos sempre a tropeçar na tentação e a mostra não seria jamais um centésimo do que é hoje...
Hoje o cenário é lamentável, o estudo - razão de ser primeira na escola - há muito foi relegado para um mísero lugar de pouca importância. O sexo - e com ele a pretendida educação sexual - tornou-se o novo deus das escolas com os seu acólitos, eles imitando "gigolos" de pacotilha e elas tentando cada vez mais aproximar-se do esterrótipo de "lolitas" ou pior... Onde entra aqui a tal "educação sexual", do que já vi proposto até aberrações alternativas dela fazem parte. Sinais dos tempos... Onde está aqui o direito às crianças serem crianças e o meu direito, como pai, a prevenir que o meu filho mais novo de crescer livre de uma escola que lhe ensine que é tão normal um casal de homem/mulher como um "casal" gay?
Qualquer dia começa na infantil...
De facto, como dizia Evola, cada vez mais me encontro de pé num mundo em ruínas...
Existe uma plataforma que se propõe resistir em prol da liberdade de escolha. Eu já aderi e acho que pode valer a pena lutar.
A Plataforma-RN exige a liberdade de escolha nesta matéria. E apela a todos os pais que estudem a questão seriamente porque a felicidade dos seus filhos passa por aqui.

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25 maio 2010

O DIABO... E ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

Hoje é Terça-feira, dia do semanário "O Diabo" que, habitualmente aqui noticio, não apenas porque vale a pena a sua leitura mas também para divulgar as recentes mudanças no mesmo e auxiliar à sua divulgação/venda.
Jornal independente e não alinhado merece, indiscutivelmente, o nosso carinho. Por isso, Terça, após Terça aqui o lembro sem, por vezes, se quer o comentar.
Hoje, porém o tema da capa merece-me algumas considerações e comparações.
No tempo do "fascismo" em que estudei, não obstante o dito e a profunda influência (estou certo que nefasta...) da Igreja Católica existia uma disciplina - Religião e Moral (no meu colégio leccionada por um fabuloso padre, o padre José Diogo d'Orey, mas que, confeso, não sei se deveria ser sempre obrigatoriamente leccionada por um, creio que sim) que possuia um manual em dois volumes "A Nossa História Divina". Não obstante, todas essas condicionantes resultantes do obscurantismo e ditadura em que vivíamos, bastou ao meu pai declarar que não desejava (sempre foi um anti-clerical convicto e militante, herdando essa veia do avô [meu bisavô] carbonário) que eu frequentasse a tal cadeira para que tal se verificasse. Isto no tempo do propalado "fascismo" e ausência de liberdades. O bom do Padre Zé Diogo quando a aula era sobre religião (outras vezes abordava temas "profanos" que não raras vezes escolhiamos em democrática e participada assembleia...) lá me chamava e pedia-me para lhe ir limpar a boquilha (o que normalmente demorava os 50 minutos da aula). Devo acrescentar que não obstante a decisão do meu pai em tempos de manifesto obscurantismo fui discriminado de qualquer forma.
E hoje? Poderemos em plena liberdade e democracia exigir que as nossas crianças não tenham que "estudar" o aborto, não tenham lições de sexo desde que entram para escola, nessa aberração vergonhosa que é a denominada "Educação sexual"?
É que como a tal velha "religião e moral", também aqui lidamos com uma magna questão moral que esperemos não seja, desta feita, obrigatória...

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19 maio 2008

NÃO SE OS PODE PROIBIR DE FAZERES "COISAS"?

A propósito das drogas, drogados, deseducação e outras imbecilidades públicas...
Mas que esterco de gente é esta que (des)governa este país???

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08 abril 2007

NOTAS SOLTAS

Heróis do Mar - Tinha há algum tempo descrito aqui a minha aventura para assistir ao concerto de estreia dos Heróis do Mar no "Rock Rendez Vous" que, na época, não perderia por nada. Profundas arrumações no sotão permitiram-me encontrar a "prova do delito" que aqui vos deixo.
A do primeiro e a do segundo, pois que voltei no dia seguinte...
Uma nota interessante. Reparem nos preços dos bilhetes e notem como "beneficiámos" nos últimos anos...

Sexo na sala de aula - Neste mundo onde tudo se vê e onde cada vez mais tudo vai sendo encarado como "normal", chegou a vez de numa escola do EUA (sempre na vanguarda das inovações...) aproveitando a momentânea ausência do professor quatro alunos, elas de 11 eles de 12 e 13, terem mantido relações sexuais à frente dos demais colegas. Como já aqui disse, qualquer dia começam na infantil e todos acharão normal... Num mundo onde tudo se proibe só o sexo parece seguir a tendência contrária, sendo cada vez mais "livre", ou libertino. Será que isso é bom? Ou desejável?

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27 fevereiro 2007

NÃO SEI SE JÁ REPARARAM...

as cousas seu tempo tem
Dizia o sábio D. Luís da Silveira, português de antanho. Cada vez mais recordo esta sábia expressão que nos lembra que para tudo há um tempo na vida.
Vem esta minha lembrança da velha máxima daquele grande português, como resposta ao bombardeamento em certos jornais de hoje da temática da educação sexual. Querem alguns fazer-nos querer que se trata de assunto capital, como se a juventude de hoje não estivesse bastamente informada sobre o assunto, talvez nem sempre do melhor modo, anuo.
Sabem os deuses que não sou propriamente um moralista mas creio que a sociedade de hoje se aproxima do abismo. A "carnalidade" tomou conta da vida dos jovens (que consoante a situação os educadores pretendem ver como crianças - com os direitos inerentes às mesmas - ou como jovens adultos - nem sempre com as responsabilidades inerentes a tal condição...), torna-se uma obcessão, banalizou-se, o parecer sobrepôs-se, como conceito, ao ser e as escolas, cada vez mais, transformam-se em desfiles de vaidades e montra de oferta sexual ou proto-sexual. Frequentemente tal constatação faz-me ter saudades das escolas do meu tempo, pelo menos não andavamos sempre a tropeçar na tentação e a mostra não seria jamais um centésimo do que é hoje...
Hoje o cenário é lamentável, o estudo - razão de ser primeira na escola - há muito foi relegado para um mísero lugar de pouca importância. O sexo - e com ele a pretendida educação sexual - tornou-se o novo deus das escolas com os seu acólitos, eles imitando "gigolos" de pacotilha e elas tentando cada vez mais aproximar-se do esterrótipo de "lolitas". Onde entra aqui a tal "educação sexual", do que já vi proposto até aberrações alternativas dela fazem parte. Sinais dos tempos... Onde está aqui o direito às crianças serem crianças?
Qualquer dia começa na infantil...
De facto, cada vez mais de pé num mundo em ruínas...

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