23 agosto 2006

O QUE VALE A PALAVRA DOS JUDEUS?

Desde a celebração do cessar-fogo a entidade sionista já o violou, para defesa é claro (que lata é esta interpretação...), o mesmo sempre que muito bem o entendeu e usando os meios que julgou apropriados a tal "retaliação".
O que fez a ONU perante tal violação? Que condenação esboçaram os EUA? Qual a tomada de posição da UE?
Nada, como bem sabemos, os "eleitos" como sempre, fazem o que muito bem entendem sem que quaisquer sanções a eles seja aplicada. Até aqui nada de novo na história trágica do Médio Oriente onde o equilíbrio geopolítico é dominado por um Estado que, com o assentimento internacional, pratica o terrorismo de estado.
O que vale a palavra dos judeus?

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16 agosto 2006

NEO-OTOMANISMO EUROPEU???

Ainda bem que parece que a invasão do Líbano pela "entidade sionista" está mesmo para acabar. Na realidade o sionismo que campeia aqui por este meio leva já a que alguns mais desvairados comentários sejam vertidos no papel da imprensa do sistema que sabemos bem que interesses serve. Adiante...
O meu colega e ex-correligionário MCB, a que vinha apelidando nestes tempo de guerra de verdadeiro Cipião do Médio Oriente, descobriu agora que o “nacionalismo árabe” é uma ficção (actualmente para ele não o serão todos os nacionalismos e sobretudo o dos “eleitos”?), que os árabes nunca ganharam uma guerra. Sei que o Miguel é um homem culto e inteligente, qualidades que sempre lhe protesto, e se não o conhecesse há tantos anos desconfiaria que andaria a soldo do Sião. Mas como o conheço recomendo-lhe só que perca umas horas e reveja o meu filme de sempre. Acho que não é preciso dizer qual...
P.S. – Quanto aos argumentos da inexistência do Líbano, não se aplicarão a tantos outros Estados (ou apenas consideraremos a exiguidade territorial)???
Como pode existir a Espanha (aí se o D. Blás sonha com este argumento…), onde coexistem castelhanos, guanches (os que escaparam do extermínio), marroquinos, andaluzes, bascos, catalães e tantos outros?
E a China? E a Itália? E os territórios que colonizamos em África onde obrigámos à convivência, num mesmo território sob a bandeira portuguesa de tão diversas etnias?
Poderá ser um bonito gesto, quase quixotesco, mas colocar em causa as entidades saídas de passados coloniais é no mínimo arriscado.
Uma última questão, não deveríamos todos pertencer à Turquia (herdeira do Império Otomano)? Pelo menos resolvia-se já o problema da adesão daquele país à UE? Mas será que a própria Turquia deverá ser um país???

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11 agosto 2006

AS RAZÕES DA GUERRA NO LÍBANO

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09 agosto 2006

OS BANANAS (OU A REPÚBLICA DELAS...)

Num momento em que, como aliás é habitual, a "entidade sionista" faz tábua rasa da ONU e promete atacar sem limites (às vezes dou por mim a cogitar como é pena que não haja - contrariamente à propaganda americano-sionista - uma potência militar desestabilizadora do Médio Oriente, além de Israel, claro) a nossa república das bananas e três dos seus estarolas decidem tomar partido no conflito que lavra no Líbano e autorizar a escala de um avião militar israelita nas Lajes, mas tranquilizem-se o avião transportava apenas material bélico não ofensivo...
Pois, pois, e o Lobo Antunes foi lá fiscalizar tudo. Francamente, gostava mais dos três estarolas da minha juventude...

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08 agosto 2006

LÁ ESTAREI...

Pelas, 18.30. Saíndo do metro Saldanha, na praça do mesmo nome. Virar para a Av. da Praia da Vitória (junto à esquina do antigo cinema), no final virar á direita para a Av. 5 de Outubro e logo na segunda à esquerda.
Lá estaremos à vossa espera!

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07 agosto 2006

COMPARAÇÕES IMBECIS...

No decurso desta guerra de invasão do Líbano pela "entidade sionista" muita asneira tem sido escrita e até muitas pessoas respeitáveis e inteligentes se vêm esforçando por, contrariando a gravidade, sustentar o insustentável.
Chamei-lhe propositadamente guerra de invasão do Líbano, pois é disso que se trata. Não creio que alguém com uma postura séria, acredite que se trata, efectivamente, de uma retaliação por motivo dos dois soldados sequestrados. E mesmo que fosse, nenhuma legítimidade assistiria (mas é verdade, são os "eleitos", como me esqueço sempre disto...) à "entidade sionista" para o fazer, ela que é e foi a grande exportadora desse conceito de rapto selectivo em qualquer longitude ou latitude, para não referir, é claro, os seus vizinhos constantemente sujeitos à demonstração da "eficácia", "prontidão" (e outros fantásticos adjectivos) das suas forças armadas ou serviços secretos.
Na lusa praça muitos imbecis de serviço, de jornalistas a ex-ministros, se apressaram a fazer comparações construindo cenários ridículos (alguns até formam buscar para comparação o termo de Olivença...), para descobrirem um "grave problema de fronteiras" (que novidade espantosa...). Os ataques entre portugueses e espanhóis aumentavam na proporção do delírio dos escribas... Em tais cenários, deculpem-me a intromissão, esqueceram-se de contemplar um, o fundamental, se a "entidade sionista" causou a destruição que causou por dois soldados, imaginem o que faria se a amputassem de várias centenas de quilómetros quadrados do seu território que é, o que a Espanha fez a Portugal com Olivença, estaria já todo o Médio Oriente a ferro e fogo. Enfim, disparates de Verão...
Não tenho qualquer simpatia pelo Hezbollah, que fique claro, mas entendo que, enquanto a "entidade sionista" mantiver sob ocupação uma parte do Líbano - as Quintas Shebba - há lugar para que um movimento de resistência libanês promova por todos os meios a sua reintegração no território nacional e a história começa aqui e não pelo fim. Ou os movimentos de libertação só o são quando convém a alguns e para outros são terroristas? Uma parte do Líbano manteve-se ocupada por isso se verificaram razões para que o dito "Partido de Deus" (tal como os heroícos "partizans" ou os míticos "maquis" que libertavam uma Europa do "jugo" fascista, usando os meios disponíveiss...) queira libertar o seu territórios.
Será que alguma vez a "entidade sionista" pensou que se entregasse as Quintas Shebba o Hezbollah deixaria de ter a sua maios razão anímica? Claro que não pois a cegueira é grande e a vontade de destruição - tão grata aos deus deles - é enorme.
Em tempo de cenários imbecis, da dita silly season, não querem os lusos arautos do sionismo (devem ser ainda os traumas histórico-expurgatórios da Santa Inquisição...) elaborar um cenário em que a Espanha nos raptasse o Jaime Gama? É que para o caso de não terem dado conta (embora não no Líbano mas na Cisjordânia [temo bem que este território e a Faixa de Gaza não contém para nada]) a "entidade sionista" promoveu o rapto do presidente do parlamento Palestiniano. Coisa de somenos importância e afinal naturais num estado democrático...
Ai se houvesse um qualquer Cipião no Médio Oriente...

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31 julho 2006

QUE AS IMAGENS "FALEM"...

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26 julho 2006

NÃO ACREDITO, MAS...OXALÁ

Na edição de ontem do semanário "O Diabo", o Engenheiro Ângelo Correia, no seu papel de "analista político" (uma espécie de zandingas que, tal como o próprio, raras vezes acertam...), vaticina que a ofensiva terrestre (leia-se, invasão) no sul do Líbano, "poderá ser letal para o exército israelita".

Não creio que assim seja. O exército israelita é especialista em invadir territórios independentes (perdão, a exercer a auto-defesa...) com ampla impunidade há longos anos. Não vejo, pois, porque há-de ser diferente desta vez.

Mas publicamente torço para que o analista tenha razão e que se cumpra o seu vaticinio.

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17 julho 2006

CONTINUA O ABATE NO LÍBANO


Porque a fúria dos "eleitos" se continua a abater indiscriminadamente sobre o martirizado Líbano, outrora designado por "Suiça do Médio Oriente".
Porque a morte dos inocentes continua.
Porque o número dos que morrem sem saber porquê continua a aumentar.
Porque não devemos calar a vergonha sobre a actuação daqueles que acham que tudo podem fazer.
Porque a "entidade sionista" é, de facto, o maior país terrorista do mundo.
Por tudo isto e muito mais deixem, por favor, o vosso protesto e mensagem de esperança aos libaneses que vêem ruir o mundo à sua volta às mãos de assassínos protegidos pela comunidade internacional.
Deixa registado o teu protesto em Save the Lebanese Civilians Petition

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