18 julho 2013

ALFARRÁBIO..

Em arrumações encontrei estes dois exemplares repetidos. Dado o interesse que podem ter para alguns dos meus leitores, antes de os colocar no OLX pergunto aqui se há interessados.
O primeiro o clássico de 1912, "Do Desafio à Debandada" de Carlos Malheiro Dias, sobre a reacção Monárquica à instalação da república. Trata-se do primeiro volume "O Pesadêlo" (10€+portes , ou recolha em mão).
O segundo, "Razões Reais" do saudoso médico e doutrinador monárquico, Mário Saraiva (trata-se da 2ª edição de 1970), interessante livro de doutrinação escrito a pedido da Causa Monárquica (5€+portes, ou recolha em mão).


Duas obras de leitura aconselhável e já pouco frequentes no mercado de alfarrábios.

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14 abril 2013

ESPAÑA DE LOS BORBONES?

Uma grande manifestação ocorrida hoje em Madrid veio levantar a questão do fim da monarquia no Estado vizinho. Embora diga sempre que em Espanha sou republicano até à medula, sempre me ocorre que, libertas as nações agrilhoadas pelo imperialismo espanhol, podem sempre restaurar-se as velhas soberanias locais em substituição desta realeza trazida pelos franceses...

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31 janeiro 2013

AMANHÃ EM S. VICENTE DE FORA

24 maio 2012

EXEMPLOS...

A rainha de Espanha declinou um convite da soberana Isabel II, no âmbito das celebrações do seu jubileu de coronamento, o motivo foi o do litígio entre os dois países sobre Gibraltar...
Só por cá, os bananas que nos (des)governam (pretéritos e presentes) nunca perdem uma ocasião para ir passear a Espanha ou obsequiar os governantes (e soberanos) vizinhos com as mais altas distinções, esquecendo vergonhosamente o esbulho de Olivença.
É assim mais um eloquente exemplo sa superioridade monárquica sobre a republicana...

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11 abril 2012

DA TRINCHEIRA 51

06 fevereiro 2012

A MINHA RAZÃO

Surpreendem-se alguns dos meus amigos e leitores  por não ter dado o devido destaque a uma petição sobre "Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia"  que podem encontrar, por exemplo, aqui. Não tendo, obviamente qualquer reserva à Restauração Monárquica, antes pelo contrário, não posso, por prezar demasiado a minha integridade e coluna vertebral subscrever uma petição que o é de "democratas de sempre", apesar de lá ver alguns que o são (ou foram) tanto como eu...

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03 fevereiro 2012

EU NÃO VOU... MAS DEVE SER INTERESSANTE!

Um debate sempre interessante e com muita gente conhecida organizado pelo PPM.

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12 abril 2011

NÃO TENHO DÚVIDA!


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03 fevereiro 2011

EXEMPLOS REAIS!

18 fevereiro 2010

BOINAS E DÚVIDAS TOLAS...

Na rubrica "Volta ao mundo em sete dias" da revista Tabu que acompanha esse bastião de liberdade jornalístia que é o Sol (jornal que, desde o seu aparecimento, sempre preferi ao maçador e conformado anterior projecto do seu director), um jornalista, seguramente menos atento, discorria sobre o ar militarão envergado pelo rei de Espanha (de camuflado e boina) na sua recente visita ao Líbano perguntando, com manifesta infelicidade, se "em Belém, Lisboa, os alfaiates do protocolo já pensaram num camuflado para o Presidente? Em República também se usa boina...".
Gostaria de lembrar ao jornalista, que desconheço, que o actual rei de Espanha depois de completar os estudos secundários, na Escola de Santo Isidro (em Madrid), em 1954, foi estudar nas Academias militares de Terra (Saragoça), Mar (Pontevedra; tendo navegado como Guarda Marinha no famoso navio-escola Juan Sebastian Elcano) e Ar (Múrcia; obtendo o "brevet" de piloto) nas quais obteve o oficialato como tenente de infantaria, alferes de navio e tenente do ar. Para além da formação militar, entre 1960 e 1961 na Universidade Complutense de Madrid, cursou Direito Político e Internacional, Economia e Finanças Públicas.
Parece evidente, pois, que para além do cargo honorífico (aliás igual ao do nosso presidente, refira-se que o actual igualmente cumpriu com honradez o seu papel como miliciano, não fugindo nem desertando) de comandante-em-chefe das Forças Armadas, o rei Juan Carlos possui suficiente capacidade militar para envergar boina ou outro qualquer adereço militar, pois ganhou-as com o seu esforço.
Essa é, meu caro jornalista, a grande diferença entre quem foi educado para assumir a chefia do estado e aqueles que lá vão parar por acaso de uns quaisquer papelinhos após escolha de um qualquer partido... Ou se quiser, e noutros termos, a superioridade da Monarquia sobre a república...
P.S. Já agora informo que o nosso presidente, nas funções supra descritas também enverga o camuflado (veja-se, por exemplo, a visita ao Kosovo), podendo-se, pois, poupar os alfaiates do protocolo de tal incumbência...

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13 janeiro 2010

A EMINÊNCIA PARVA...

Chama-se, em Ciência Política, regime político ao conjunto de instituições pelas quais os Estados se organiza com vista ao exercício do poder sobre a sociedade sendo que tal definição, lata indiscutivelmente, é válida mesmo que o governo possa ser considerado ilegítimo. Tal definição não deve ser confundida com forma do Estado (unitário, federal, etc.), com o sistema de governo (presidencialismo, semi-presidencialismo ou parlamentarismo) ou com a ideologia das forças políticas envolvidas no exercício do poder.

Da antiguidade, até aos nossos dias, mantêm-se em vigor três regimes (um deles sem expressão actual): a Monarquia, a República e a Anarquia (que, em bom rigor, é a ausência de quaisquer formas de governo compulsório). Quer as monarquias, quer as repúblicas (antes de tudo um regime sem monarcas) variaram consideravelmente em termos ideológicos e composicionais não deixando, por isso, de serem monarquias ou repúblicas.
Acontece que um conhecido ancião que já foi um pouco de tudo neste país, até Presidente da República, nas páginas do “Diário de Notícias” (12 de Janeiro, p. 51) veio defender uma ideia peregrina a propósito das comemorações do centenário da república. Regime, recorde-se, imposto pela força das armas, contra a vontade da esmagadora maioria do país, radicando directamente no assassinato bárbaro de um chefe de estado, como o senhor Soares foi, e, sobretudo, jamais referendado, exemplar portanto!

Escrevia, esse conhecido ancião que sendo a república incompreensível “sem liberdade, democracia e respeito pelos direitos humanos” (será que estaria aqui a pensar nos vexames desumanos impostos ao clero, na censura, nas levas da morte e tantos outros demonstrativos exemplos de direitos humanos republicanos?), que a I república terminou com o golpe militar de 1926 e foi “suspensa” até àquela gloriosa manhã de 74. Enfim, ou é da idade ou seguramente que Soares anda a ler demasiados romances cor-de-rosa. A sua falta de objectividade leva-o, em abono da I república, a dizer que após esta se viveu um “regime de puro arbítrio” (não o foi exactamente esse o da sua idolatrada republica?), que “conduziu Portugal à beira da bancarrota” (estranho, sempre li que foi justamente esse um dos grandes contributos da idolatrada experiência de 1910-26…) e que portanto “não foi república nem monarquia”. Teremos então vivido em anarquia no pós-1926? Se ainda fosse entre 1910 e 1926 talvez me convencessem… E a eleição presidencial de 1928?

Magistralmente conclui: “É por isso que a longa ditadura que nos oprimiu e bloqueou Portugal – entre 1926 e 1974 – não pode ser considerada República [que diabo terá sido se até o pretendente ao trono estava no exílio e por cá existiam presidentes da república?]. (…) foi tão só uma cruenta ditadura”. Mas qual o regime então? Não houve monarquias democráticas e outras autoritárias ou ditatoriais? Não houve repúblicas democráticas, autoritárias ou ditatoriais? Com a idade o vetusto ancião baralha tudo e, na cegueira tolerante própria de certos republicanos pretende reescrever a história e baralha-se. Tanto mais que, sendo verdade o que afirma para o advento da II república em 1974, que o é por resultar da “expressão genuína da vontade popular” então nunca houve primeira república e lá se vão as comemorações...

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25 agosto 2009

HERESIAS!

É o título da habitual rubrica do jurista Carlos Abreu Amorim na contra-capa do “Correio da Manhã”. Na edição de 12 de Agosto, na sequência do sururu da intervenção de alguns dos “bloguer’s” do “31 da Armada”, deu-lhe o título de “Azul Eufémia” (por alusão, crê-se ao movimento “transgénico” Verde Eufémia – sendo que a comparação não me parece feliz, porquanto, no caso vertente não ocorreu qualquer destruição de propriedade, nem privada, nem pública).
Ora douto, como todos os juristas são (perdoem-me os meus amigos que o são, mas em Portugal subsiste a noção de que os juristas são bons em tudo...), discorre de catedra sobre a ocorrência. Como bom “opinion maker” inpinge (ou pretende) as suas concepções aos mortais que o lêem. Ora mudando o enfoque da questão do seu cerne – fundamentalmente uma questão de humor (ainda que passível de discussão dados os contornos legais envolvidos) para um tope e soez ataque à monarquia e aos monárquicos. Num frequente “tomar a núvem por Juno”, que a monarquia em Portugal é “uma mescla entre um vago saudosismo pindérico com um esforço de ostentação onomático”, que a maioria dos monárquicos “não passa de patéticos candidatos a aristocratas” culminando com a pérola que afirma que a pantominada permite elucidar “acerca do que valem os actuais adeptos indígenas da monarquia”.
Lendo-o só me ocorre dizer, lastimando, a forçada (porque não desejada) ocorrência naquela varanda há 99 anos atrás...

P.S. – Não tenho pretensão de ostentação onomástica, não sou candidato a qualquer título (aliás fortemente desvalorizados desde que deixaram de ser recompensa de valor, na plenitude do que significa aristocracia) e não mandatei o douto jurista para aferir do meu valor como monárquico. Podia aconselhar-lhe algumas leituras sobre a superioridade da monarquia sobre a república, mas fenece-me a paciência, a quadra estival não as propicia e não estou certo que as entendesse!

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