LUIZ PACHECO (1925-2008)

Raiando o intratável mas sempre frontral, gostando-se ou não ficará na nossa literatura como um autor de vulto. Libertino, libertário, mendigo, e muitas outras características menos "sociáveis" se lhe aplicavam, conhecio-o e gostei dele. Aqui registo a sua morte. Ainda recentemente à pergunta sobre o que achava de Sócrates (o nosso claro...), repondeu: "Quem?". Uma centelha de lucidez ainda restava naquele lar do Montijo...
Etiquetas: Luiz Pacheco, Obituário
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