15 abril 2013

MAIS UMA DO PAR(A)LAMENTO

Os nossos par(a)lamentares votaram por unanimidade e atribuição da cidadania portuguesa aos descendentes de judeus expulsos de Portugal durante os tenebrosos tempos da intolerância religiosa (a história está cheia, aparentemente, destes momentos tenebrosos...).
Num país que tão mal trata os seus naturais, e que ainda não há muitos anos negou a cidadania aos que se bateram nas suas forças armadas na Guerra de África, é caso para perguntar se não possuem nada melhor - e mais importante - para fazer...
A resposta, infelizmente, é outra e bem a sabemos...

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28 julho 2010

À ATENÇÃO DO SEF...

Li sobre a Dª Pilar del Rio e o seu súbito, e recente, desejo de ser "portuguesa", Pátria que o seu defunto e estremoso esposo renegou e aviltou nos seus escritos e propósitos iberistas e mais abrangentemente internacionalistas.
Não sendo jogadora da bola aqui fica o propósito à consideração do SEF, esperando que a lei seja, sem concessões espúrias, cumprida.
Tudo isto me cheira mal e invitavelmente lembrei-me do Almada Negreiros e do seu Manifesto Anti-Dantas, porque será?

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14 agosto 2008

RÚSSIA/”GEÓRGIA” EM VOLEIBOL DE PRAIA

Não nos bastava já este tempo desprovido de ética e valores em que a milenar trégua olímpica é constantemente quebrada, para sermos confrontados com a generalizada “globalização” da prática espúria de atletas nacionais que o não são.
No jogo ontem disputado entre a Rússia e a “Geórgia” as atletas russas recusaram admitir a derrota contra a Geórgia, pela razão de que como disse Nataliya Uryadova: “Na verdade, não jogámos contra a equipa da Geórgia. Estivemos aqui a jogar contra as nossas amigas brasileiras”. Questionada sobre se o conflito armado que actualmente opõe os dois países havia influenciado o resultado afirmou “se elas fossem da Geórgia, certamente que isso as teria influenciado, mas elas não são [da Geórgia]”.
As jogadoras “georgianas” são Andrezza Chagas (natural do Amazonas) e Cristine Santanna (Paulista), brasileiras que visitaram aquele país do Cáucaso apenas por duas vezes. A típica “georgiana” Cristine Santanna afirmou, para que dúvidas não restassem que: “apesar de não saber o hino [do seu suposto país], sinto-me georgiana. Tenho um passaporte da Geórgia e um passaporte brasileiro”.
Resta acrescentar que, num requinte a que o nosso Comité Olímpico ainda não chegou, Cristine Santanna e Andrezza Chagas, competem mesmo com os “seus” nomes georgianos, Cristine Saka e Andressa Rtvelo (Saka+Rtvelo = Sakartvelo, que é a designação daquele país na língua natal), respectivamente e que ambas receberam o passaporte daquele país das mãos da mulher do presidente do país, uma antiga jogadora de voleibol.
Alexandra Shiryaeva transportou o conflito para as areias culpando a Geórgia pelo início do conflito e rematando que as adversárias nem devem saber quem é o presidente do “seu país”.
Coisas espantosas no mundo do desporto, lá como cá...

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