21 abril 2008

AINDA A TRETA DA "TOLERÂNCIA"

Ou revisitando o postal sobre Brigitte Bardot, carregadinha de razão.
Porque teremos que nos sujeitar a achar tudo "normal", a sermos "tolerantes" a conformarmo-nos a que hábitos espúrios invadam as nossas ruas, praias e piscinas com "burkinis" se, por exemplo, a imagem normal da direita é proibida e impossível em qualquer país islâmico?
Porquê, em nome dessa "tolerância" teremos que nos vergar nas nossas pátrias, se se quisermos ir a esses países todos nós, em particular as mulheres são sujeitas a normas rígidas e impostas.
Aí não existe qualquer "tolerância" nem existe quem a reclame.
Carregada de razão está a Brigitte Bardot, o resto são histórias da carochina, ou melhor da joaninha que está mais na moda...
É caso para dizer como nas operações da G.N.R.: "Tolerância 0".

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18 abril 2008

BRIGITTE BARDOT, A "TOLERÂNCIA" OU UM MUNDO DE BOSTA

Já vários companheiros da blogosfera abordaram a questão da condenação de Brigitte Bardot, pelo que não importa retomar o tema a fundo, desde logo pelo ridiculo que comporta a acusação por incitamento ao ódio racial.
Neste mundo "politicamentecorretês" a verdade (que outrora era revolucionária) é hoje motivo de condenação. Cada vez mais se pretende tapar o sol com uma peneira em nome dessa tal "tolerância" que, se bem repararem, é sempre unívoca o que, desde logo, é um contrasenso à própria noção de tolerância.
Bardot limitou-se a constatar aquilo que em França é uma evidência: que a comunidade muçulmana está a destruir o país impondo os seus costumes. Há dúvidas?
E já agora, afinal sempre há raças? E qual é então a dos muçulmanos?

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