12 junho 2011

ÂNIMO PEDRO

Cumprem-se hoje seis meses sobre a vil, injustificada e iníqua prisão de Pedro Varela. Da injustiça e arbitariedades já aqui vos dei várias vezes conta, mas a canalhada dos novos censores não se fica por aqui. Nestes 6 meses Pedro não pode ver a sua filha vendo negado, uma vez mais arbitrariamente, o pedido efectuado para tal.



É, seguramente, mais um eloquente exemplo da "superioridade democrática". Força e ânimo Pedro pois sabemos que nem esta rasteireza te vergará.

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09 fevereiro 2011

NÃO ESQUECER! MOBILIZAR!

01 fevereiro 2011

COMITÉ PORTUGUÊS PRÓ-LIBERDADE DE PEDRO VARELA

Porque não abandonamos os camaradas injustamente perseguidos!

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26 janeiro 2011

INTENSIFICAR A CAMPANHA

A activa campanha em prol da libertação de Pedro Varela e da liberdade de expressão acaba de lançar uns emblemas (tipo badge), de dois modelos diferentes, que já se encontram a caminho de Portugal. Para além do uso pessoal, como é evidente, acho que deveríamos aproveitar para reunir alguns fundos para enviar para ajudar na defesa do Pedro (cada um, já incorporando os portes de Espanha para cá chega a +/- 0,80), que deles bem precisa. Quando os tiver aviso aqui.
E uma vez mais, e a sério, não se esqueçam de assinar a petição exigindo a libertação de Pedro Varela pois constato que ainda lá faltam muitos nomes da nossa gente que se vai acomodando...

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14 janeiro 2011

UM CONTRIBUTO MAIS


Mais um contributo, editado pelos camaradas da Legião Vertical.

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22 setembro 2010

A REPRESSÃO REPUBLICANA

Estará patente no Palácio da Independência, em Lisboa, entre o dia 4 e o dia 15 de Outubro a exposição “A Repressão da Imprensa na 1ª República”, organizada pela Plataforma do Centenário da República e que conta com o apoio da Causa Real.
Esta exposição marginal: à margem das comemorações oficiais dos cem anos da república portuguesa e à margem da investigação oficial sobre os primórdios do regime republicano que oculta o que aqui podem ver.
Da esposição consta um conjunto de várias dezenas de quadros que atestam a existência de um sistema repressivo regular e duradouro, mantido ao longo da primeira república em que o assalto, a apreensão, a suspensão, e até a censura sem fundamento legal de jornais ou artigos foi tão frequente e continuado, que no seu conjunto constituiu um sistema repressivo sólido e consistente.
Não faltem, a entrada é gratuita e comporta a oferta do catálogo - de Segunda a Sexta!

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28 agosto 2009

IMPORTAM-SE DE REPETIR?

Há uns largos meses contei-vos as desventuras de uma insuspeita jovem alemã que proferiu, no âmbito de um normalíssimo concurso televisivo,
a expressão "Arbeit macht Frei" e que para além de ter sido imediatamente obrigada a retratar-se durante a emissão foi posteriormente despedida.
Na Alemanha fazem escola os vocábulos proscritos, basicamente todos aqueles fortemente conotados com o Nacional-Socialismo, criminalmente considerados e com direito a prisão e tudo... Mas se o rídiculo matasse por estes dias os juízes do Supremo Tribunal da Alemanha estariam mortos ao determinar que o uso de terminologia Nazi em língua estrangeira não é um crime, revogando uma sentença anterior da Audiência Provincial de Gera (Leste da Alemanha) de 2005. Condenado por posse de camisolas com a inscrição “Blood and Honour” (Sangue e Honra), inspirado no "moto" gravado nas lâminas das adagas da Hitler Jugend “Blut und Ehre”, viu o STA absolvê-lo com a explicação de que a conotação nazi não advém do conteúdo do lema mas sim da sua utilização no idioma alemão...
Mais novas, pois, da ditadura e mais vocábulos impronunciáveis... mas por enquanto apenas em alemão!

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30 junho 2009

DE CÓCORAS COMO É COSTUMEIRO...

O presidente da Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, José Luis Fontela pediu recentemente asilo político a Portugal, acusando a Espanha de controlo de correspondência.
É sabida a perseguição movida a todos quantos em Espanha defendem a aproximação a Portugal, mormente aos Galegos... Querem adivinhar o que fará Portugal?

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18 maio 2009

VALHA-NOS O PACHECO PEREIRA...

Que vai escrevendo o dizendo aquilo que a nós nos está praticamente vedado (sim, há perseguição política em Portugal para quem está em determinado lado da barricada!), Sarna Fernandes, dixit. Parabéns pela lucidez e clareza neste tempo em que a maioria do "politicamentecorretês" insiste em tapar o sol com a peneira.
Se Portugal fosse um país a sério, não deixaria sequer um político balbuciar (como fazem no Bloco de Esquerda), face aos acontecimentos no Bairro da Bela Vista, que se trata de uma "questão social". Que a Igreja o diga, ainda se percebe, porque o seu Reino não é cá na Terra, e a caridade com o bom e o mau ladrão faz parte da sua missão. Mas a caridade não é a missão do Estado. A missão de Estado é garantir a nossa segurança, sem mas, nem ambiguidades. É inaceitável que tal se diga como explicação, argumento, desculpa, hesitação, em vez de dizer-se claramente que os pobres não fazem "carjacking", não se armam com uma caçadeira e não vão assaltar bancos, bombas de gasolina, ourives e ourivesarias, e caixas multibanco, para comprar roupa de marca. A subcultura da violência que se instalou nalguns bairros de Lisboa, Setúbal e no Porto, com todas as variantes que vão da violência do futebol e das claques (já todos estão esquecidos do rap dos Ultras da Ribeira) aos "gangs" organizados, é, como todas as coisas, "social", mas é, primeiro e antes de tudo, criminal. É mais próxima das organizações mafiosas e camorristas, com os seus códigos de honra que servem como factor de identidade e de defesa contra a polícia, do fascismo e da violência terrorista. Que o diga a maioria dos habitantes desses bairros, gente pacífica e, essa sim, atingida pela pobreza e pela exclusão, mas que ainda arranja forças para ir trabalhar nas limpezas de escritórios às seis da manhã, ou para a construção civil nas carrinhas dos subempreiteiros. Essa sabe muito bem a violência de que é vítima pelos mesmos que, nos momentos cruciais, os jornais e comunicação social hesitam em dizer a cor e a tribo, porque não é politicamente correcto, hesitam em nomear como gangster, ou em tratar... como criminoso. Aparecessem eles de mão ao alto e cabeça rapada, com tatuagens com cruzes gamadas, em vez de ouvirem o kuduro, serem "cool niggers", e muito SOS Racismo, e haveria um coro repressivo de mata e esfola. Assim é um "problema social" que eles, coitados, resolvem a tiro e a cocktail Molotov, e a duzentos à hora, porque não têm emprego nas obras. >Pacheco Pereira no seu "Abrupto".

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13 maio 2009

O DECLÍNIO DA EUROPA

No dia em que o vosso presidente (digo "vosso" pois eu, até ao dia em que surja um bom candidato nacionalista, como monárquico que sou, não participo nessas eleições) de visita à Turquia (país supostamente laico, mas que é na realidade islâmico; supostamente europeu, mas que é asiático e sempre lutou pela destruição da Europa), cuja entrada na União Europeia deve ser combatida por qualquer europeu digno desse nome e orgulhoso de o ser, afirmou a defesa de uma grande nação muçulmana na União Europeia (no Público de hoje, p. 4), partilho convosco mais uma história de rebaixamento e prostração ante o avanço islâmico na Europa e a ditadura que por eles começa a ser implementada.
O vetusto e conhecido clube londrino Arsenal no seu, agora denominado, Emirates Stadium após a sua inauguração através de comunicado (16.12.2006) que se pode ler aqui proibia a entrada no recinto de quaisquer bandeiras com any national emblems. Mas estando em Inglaterra, no Reino Unido, poucos acreditariam que tal proibição se aplicaria à bandeira do país e Estado em que tal estádio se encontra. Enganavam-se...
Num relativamente recente jogo entre o Arsenal e o Blackburn Rovers (14 de Março) adeptos deste último clube, os "Havelock Blues" desfraldaram uma bandeira de Inglaterra (a Cruz de São Jorge) com o nome grupo de apoiantes. Diligentes stewards, essa nova praga que infesta os campos desportivos, confiscaram a bandeira afirmando que a mesma poderia ser encarada como um símbolo racista...
Sim leram bem, a bandeira inglesa (a bandeira em causa é a mostrada na imagem que acompanha este postal), num estádio inglês pode ser considerada como um símbolo racista (podem ler mais sobre o assunto aqui). Só por pressão contra a imbecilidade da islâmofilia e dos adeptos dos gunners o clube por recente comunicado de 30 de Março revogou esta política.
Difícil de acreditar? Mas não queiram tomar providências, não... O incrível acontece na nossa terra ante a nossa passividade...

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30 abril 2009

NO PAÍS DO IRREAL...

Tal, a ser uma criação isenta e imparcial, e face ao aumento da criminalidade violenta que o ministro Rui Pereira pretendeu ocultar dos portugueses até tal se revelar quase ridículo, seria de louvar.
Sempre esta tribuna se manifestou como defensora da legalidade nunca pactuando com actos marginais e/ou criminais (jamais aqui se advogaram actos de desobediência civil, por exemplo)ainda que referidos como ao abrigo de uma suposta "ética revolucionária" que não seguimos nem subscrevemos. Ao invés sempre afirmámos que a ética do Nacionalista deve ser exemplar e digna de imitação. Ao afirmarmos tal, estamos fatalmente noutro campo que não o da actividade marginal e/ou ilegal.
Frontalmente contra perseguições políticas (que existem), jamais as misturámos com acções do foro do delito comum, embora mande a verdade que se assuma sem tibiezas que certos cidadãos parecem possuir um código penal especialmente feito à medida e diverso do dos demais cidadãos...
Parece sem grande risco poder afirmar-se que tal advirá, mais do que provavelmente, de concepções ideológico-filosóficas dos julgadores que parecem, claramente, perder a isenção (ou a tolerância) com certos prevaricadores, aplicando-se comunmente penas bem mais leves a outros por análogos (ou iguais) motivos, desde que não pertencentes a determinada "família" política.
Esta actuação tem vários nomes: censura ou perseguição são apenas dois...
Vêm estas considerações a propósito do absurdo que estava ainda para chegar. Ao interpor uma queixa contra o vereador Sá Fernandes por abuso de poder, o PNR, partido legal e legítimo, vê a sua queixa arquivada (sustentada num arrazoado de ideias de um procurador que mais aparenta dedicar-se à produção de propaganda do BE nas horas vagas) e respondida pela "Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento".
A UECEV a tratar uma queixa legítima de um partido contra um verador? Alguém me explique que não consigo perceber...

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07 abril 2009

ESPANTOSO? NÃO APENAS A "DEMOCRACIA" PORTUGUESA NO SEU MELHOR...


O Partido Nacional Renovador acaba de ser vítima de um acto de perseguição política. O seu presidente, José Pinto-Coelho, foi constituído arguido com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência, no seguimento de uma queixa-crime apresentada contra o partido pelo vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes.
A história é simples. O PNR, no uso de uma prerrogativa legal, afixou em Outubro de 2008 um cartaz de teor político na zona de Entrecampos, em Lisboa. Como é normal, várias vozes se ergueram contra a mensagem do mesmo, exigindo a sua retirada. Na altura, o Procurador-Geral da República afirmou publicamente que o cartaz exposto não preenchia os elementos típicos de ilícito criminal e que, por isso, não deveria ser removido.
Apesar disso, o vereador Sá Fernandes, eleito por um partido de extrema-esquerda, ordenou abusivamente que os serviços camarários retirassem o cartaz e apresentou queixa-crime contra o PNR por “discriminação racial”. Foi em virtude de tal queixa que o Presidente do PNR foi constituído arguido na passada quinta-feira, 2 de Abril, tendo-lhe sido aplicada a medida de coacção de Termo de Identidade e Residência.
Numa altura em que tantos se indignam com as pressões e perseguições movidas pelo poder político a jornalistas e magistrados, o PNR aguarda para o seu caso a resposta dos valorosos defensores da liberdade de expressão.
Comissão Política Nacional 5 de Abril de 2009
Resta dizer que ao vereador de um partido da extrema-esquerda, à qual todos os desmandos são permitidos, e que foi alvo de queixa-crime por abuso de poder ninguém incomoda...
É assim a nossa fantástica democracia...

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06 outubro 2008

NEM A INFORMÁTICA AJUDA...

Sem computador desde 6ª feira à hora do almoço, não pude comentar o desfecho do julgamento dos 36 elementos da "extrema-direita portuguesa", cujos elementos finais ainda se aguardam para me pronunciar mais em detalhe.
É evidente que, independentemente da moldura legal, se tratou de um julgamento político. É evidente que, se crimes há, devem ser punidos - mas de igual modo para todos os cidadãos levados a julgamento o que, como se sabe, não é exactamente o caso (haverá coragem para condenar, pelas mesmas acusações de Mário Machado, os negros ou os ciganos da Quinta da Fonte, por descriminação racial - que a ouve -, ofensa à integridade física - que todos vimos - e posse ilegal de arma?)-, como aqui sempre defendi, é evidente também que o poder deve dizer claramente que usou de particular "cuidado" com estes 36 arguidos. Aliás, foi o próprio juiz que declarou que manifestações exteriores de apologia do nacional-socialismo (tatuagens ou símbolos), mensagens de defesa do nazismo ou contra a imigração "foram consideradas actos de ódio ou de descriminação racial". Para mim, bastaria tal espantosa declaração para atestar a natureza política deste processo a que poderiamos juntar a agravante ida a Coruche - onde relembro nada aconteceu - trata-se assim do "crime de intenção"...
Como disse, e bem, o advogado José Manuel Castro, Mário Machado - e por extensão muitos outros - foram condenados por "bagatelas penais".
A verdade é que, desde o início, saberíamos que, sobretudo Mário Machado, teria que ser exemplarmente condenado, apesar de ter declarado em julgamento "Disse e cometi algumas situações que jamais voltaria a fazer, mas de qualquer maneira tudo aquilo que fiz nunca implicaria uma prisão preventiva". Aliás, não fora ele o bode expiatório e como se explicaria que sendo o único dos arguidos sujeito a prisão preventiva, acabe com uma pena claramente inferior ao condenado com a maior pena de prisão efectiva (Paulo Maia, sete anos)?
Mas como disse, quero ler o acórdão até porque no caso de Vasco Leitão (um ano e oito meses de pena suspensa) me parece clara e exclusiva a questão da perseguição política, neste maravilhoso Portugal de Abril onde cada vez mais só se pode pensar como quem manda. Lembram-se do Orwell???
Mas de todo este processo afigura-se-me como pertinente uma questão: afinal, neste mundo em que todos me querem garantir que não há raças, em que consiste esse tenebroso crime de "discriminação racial"? Alguém me explica...

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15 agosto 2008

O MEU APLAUSO...

Não posso, nem quero, deixar de aplaudir o grão-mestre, perdão, o ministro de todas as seguranças Rui Pereira. Segundo noticía em primeira página o insuspeito "Diário de Notícias", Há 51 foragidos das prisões por encontar desde 2000.
Percebe-se agora, que na mente tortuosa de quem nos desgoverna que esperassem encontrar alguns na festa de Verão do PNR, talvez daí o inusitado aparato policial para lá deslocado.
Pois é Senhor Rui Pereira, essa monomania fica-lhe mal, e se procurasse bem veria que muitos desses foragidos possuem seguramente outras filiações ou confissões, se calhar bem mais próximas das suas...
Mas que havemos de fazer os entrolhos políticos, frequentemente, tolhem a clarividência...

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13 agosto 2008

ONDE IREMOS PARAR?

Dada a gravidade da situação, transcreve-se na íntegra o comunicado da Comissão Política Nacional do Partido Nacional Renovador, datado do passado dia 11.
O Partido Nacional Renovador lamenta a forma como o Governo, através das forças policiais sobre a sua tutela, tratou o Festival de Verão organizado pelo PNR no Algarve.
Centenas de agentes da GNR rodearam o recinto onde se realizou a referida festa e interpelaram todos aqueles que para ela se dirigiam desaconselhando-os a se juntarem a ela, gerando assim um clima de alarme social. Nunca tal se viu em Portugal num evento partidário, ainda para mais tratando-se de uma festa privada, de contornos políticos e sociais, onde não houve relatos ou registos de qualquer actividade suspeita ou ilegal, como aliás é tradição em todos os eventos organizados pelo PNR.
Trata-se de uma perseguição inaceitável num Estado de Direito, onde não pode ser o governo a usar a polícia para controlar os outros partidos, mesmo que não tenham representação parlamentar, e de uma actuação que devia merecer alguma reflexão por parte das autoridades não-governamentais. Para o PNR este tipo de perseguição é vergonhosa e desprezível, mesmo não sendo novidade, além de extremamente perigosa e de cariz ditatorial.

É de facto um escandalo, embora sem resultado previsível, há que apresentar queixa a quem de "direito". Será que ainda há disso?

P.S. Mesmo o post scriptum, não aquele que nos desgoverna. Não fui este ano ao nosso festival por manifesta impossibilidade, mas podem já os diligentes agentes contar com a minha presença em próxima oportunidade.

Digam lá: não preferiam os tempos da PIDE em que todos sabiam que ela existia, a este grotesco simulacro de democracia. Para São Gião não foram eles, não fossem encontrar algo comprometedor ou apenas temendo pela "ganza" que os GNR's apanhariam...

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10 agosto 2008

NOVAS DE VINCENT

02 julho 2008

AINDA A AJUDA À FAMÍLIA REYNOUARD

Na sequência de vários e-mails de interessados em ajudar e para agilizar a ajuda, sugere-se que cada um faça o seu envio, tanto mais que a ajuda é mesmo urgente e a centralização iria atrapalhar e demorar os envios.
IBAN: FR76 3000 4018 8600 0010 3849 161
BIC (Bank Identification Code) : BNP AFRPPPGB
Em nome de MR ou MME BOURBON FABRICE
Ainda se necessário:
Domiciliação: BNPP ARB PARIS PTE DE CHOISY
Código do banco: 30004
Código de balcão: 01886
Número de conta: 00001038491
Chave RIB : 61

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27 junho 2008

MOSTRAR A REAL CAMARADAGEM...

Do Professor Robert Faurisson recebi notícias sobre a aflitiva situação por que passa o revisionista Vincent Reynouard (de 37 anos), e particularmente a sua família, mulher e sete filhos, e cuja condenação fora já anunciada pelo Nonas em Novembro do ano passado.

Numa muito rápida tradução diz-nos o Professor Faurisson que:

"Quanto mais o revisionismo obtém vitórias no plano da investigação histórica e científica (ver por exemplo, R. Faurisson, “As Vitórias do revisionismo” [Teerão, 11-12 de Dezembro 2006,22 páginas]), mais, como se podia esperar, a repressão que se exerce contra os revisionistas tende a agravar-se. Além disso, qunto mais o Estado judaico se sente incerto do futuro, mais exige dos seus amigos e aliados que aceitem restringir qualquer forma de expressão de uma escola de pensamento que provou que “o Holocausto”, arma primeira da propaganda de Israel, é uma suculenta impostura. Neste momento, o heroíco francês Vincent Reynouard (37 anos) é, na França e na Bélgica, a principal vítima desta caça aos revisionistas. É pai de sete crianças e não tem mais recursos financeiros. É objecto de vários mandatos de acórdãos nacionais e de um mandato de acórdão internacional. Está em fuga. Em 19 de Junho de 2008, um acórdão do Tribunal de Recurso de Bruxelas, condenou-o, pela publicação de um modesto escrito revisionista, a um ano de prisão efectiva e a 25.000 € de multa (aplicando a mesma pena ao belga, S. Verbeke, o seu editor). Ontem, 25 de Junho, um acórdão do Tribunal de Recurso de Colmar condenou igualmente V. Reynouard, por um motivo idêntico, a um ano de prisão efectiva e ao pagamento da publicação, por extractos, da letra do acórdão no Jornal Oficial da República francesa, bem como no Le Monde, Les Dernières nouvelles d’Alsace e L’Alsace. Hoje, Raphaël Nisard, advogado do LICRA, acaba de declarar: “É um resultado extraordinário que satisfaz plenamente o LICRA.”"

Qualquer apoio em dinheiro deve ser enviado ao cuidado do

Senhor Fabrice BOURBON
19, Avenue de Choisy, Tour Verdi, App. 40 90,
75013 PARIS

Com um cartão acompanhado da expressão: “Pour Madame Reynouard”

Pessoalmente acho que seria interessante juntarmos todos os portugueses que querem ajudar e mandarmos, em nome de Portugal, uma única contribuição. Que acham? Digam coisa.
Eu vou ajudar!

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19 junho 2008

ATENÇÃO: ESTE HINO DÁ DIREITO A DESPEDIMENTO





Que o digam os dois funcionários da televisão suiça SRG que transmitiram o hino alemão com a letra tradicional...
Ele há traumas...
Vejam o segundo video e, sinceramente, encontrem algo de condenável na letra. Aqui fica o desafio.

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13 maio 2008

E AS OUTRAS AMEAÇAS...

O grilo-falante de serviço das causas cegas e unívocas, José Falcão, já botou faladura. Que a libertação de Mário Machado e do Vasco Leitão eram "uma ameaça" às pessoas a quem a "extrema-direita fez ameaças" e que a libertação do líder dos skinheads "é prova de que há medo de condenar a extrema-direita violenta e de que estes senhores fazem o que lhes apetece".
Não estranhamos que tal demente veja sempre tudo ao contrário. É hábito da criatura de há muitos anos. Creio mesmo que é uma monomania...
Estranho é que não fale das ameaças aos da "extrema-direita", entre os quais estou incluído, por exemplo no forum dos antifas, tão, seguramente, do seu agrado. E que só veja o racismo a preto e nunca a branco... É a cegueira habitual.
Ah, quanto ao julgamento parece que afinal o perigo não era assim tão grande. Mas depois de entrada em vigor do novo CPP tendo sido libertados todos os criminosos deste país, não faria sentido a prisão do Mário Machado, ou faria?

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