27 setembro 2013

PARA AMANHÃ!

19 setembro 2013

VENCEMOS O ADAMASTOR...

Lá na ponta (embora não exactamente geográfica) do continente africano vencemos os medos, o desconhecido e os elementos da natureza.
Das Tormentas fizemos a Boa Esperança mas hoje parecemos incapazes de vencer as sinistras adversidades financeiras...
Outros tempos!

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12 setembro 2013

DA TRINCHEIRA 123

21 junho 2012

REENCONTRO DE UM VELHO AMIGO ("SOUTH AFRICA IN LISBON")

Reencontrei esta semana o meu amigo e mestre de Karate sul-africano, Arnold de Beer, que não via desde 1997 quando estivemos juntos em Okinawa para um mês intenso de treinos de Okinawa Goju-Ryu.
Ambos mais velhos, naturalmente, recordámos treinos e histórias do mundo do Karate que sempre nos fascinaram e fascinarão.

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05 maio 2010

AUMENTA A TENSÃO RACIAL

Na fantasiosa nação "arco-íris" aumenta a olhos vistos a tensão racial, pouco divulgada, abafada mesmo, é certo, porque não conforme aos ditâmes do politicamente correcto. As vítimas são os brancos sul-africanos que se sentem crescentemente perseguidos e ameaçados ante a cumplicidade bem mandada e comportada da obedienete comunicação social.
A situação é tal que os afrikaners começam a reclamar o "direito de sangue" e o "direito de regresso" para todos quantos possam provar a sua ligação ancestral aos Países Baixos.
Africanos de gerações e séculos, os afrikaners não encontram, ante o ódio e violência dos negros, outra solução para a sua sobrevivência que não seja o regresso à terra dos avoengos onde, viverão em segurança, é certo, mas permanentemente saudosos da sua África que fizeram grande...

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10 abril 2010

PARA RIR?

Excerto de uma entrevista a Graça Machel.
O assassinato de Eugène Terre'Blanche foi uma tragédia ou uma inevitabilidade provocada pelas ideias extremistas que defendia?

Até nem foi pelas ideias. Foi pelo tipo de relacionamento pessoal que tinha com os trabalhadores dele. O assassinato de Terre'Blanche não é um assassinato político. De maneira nenhuma. Não há uma relação directa. Ele tinha já divergências com os trabalhadores dele, não lhes pagava. E estes jovens, num momento de desespero, decidiram fazer justiça pelas próprias mãos. E aconteceu aquela tragédia. O próprio movimento dele, o AWB, na primeira declaração que fez antes de ter os detalhes considerou que tinha sido um assassinato político. Por isso juraram vingança. Mas depois, quando foram confrontados com os factos, retraíram-se. E disseram que tinham de analisar isto no contexto da violência contra os fazendeiros.

A morte de Terre'Blanche não foi caso isolado? Há violência contra fazendeiros brancos na África do Sul?

Tem havido, isso é verdade, assassinatos contra fazendeiros. Precisamente pelo mesmo tipo de atitude que o Terre'Blanche tinha. O sector dos fazendeiros de uma maneira geral não está transformado, não se integrou muito bem na nova ordem política. Eles continuam a tratar os trabalhadores como nos tempos antigos. E são comunidades isoladas, até pelo próprio contexto em que trabalham. Acabam muitas vezes em tragédias desta natureza.
A culpa é pois das ideias (ideias mortais?) e da não integração. Pois claro! Sendo que a maioria dos negros da África do Sul não são originários dessa área (mas de outras circum-vizinhas) mas que aí se foram fixando no curso do devir histórico não terão os brancos, aí desde o século XVI (e já lá vão 4 séculos...), o mesmo direito à auto-determinação que para eles significaria: pátria, paz, segurança e desenvolvimento?


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04 abril 2010

O FIM DA FANTASIA?

Foi ontem assassinado enquanto dormia, aos sessenta e nove anos de idade, Eugène Terre Blanche, lider do Afrikaner Weerstandsbeweging (AWB - Movimento de Resistência Afrikaner) que, após o fim do regime branco na África do Sul ousou lutar e exigir uma pátria branca em tão vasto país (dispondo-se inclusivamente a ficar com as piores áreas), face à inviabilidade da fantasia multi-racial, ou étnico-racial, se preferirem que pretendiam criar,
O domínio negro mostrou já o que pretende: uma àfrica do Sul negra e para negros onde brancos e mestiços são relegados para a marginalidade que outrora lhe foi imposta. É, pois, a mera aplicação da pena de Talião.
Ousou exigir que os sul-africanos brancos pudessem ter uma pátria. O ódio da política vigente não lho permitiu. Os agentes do novo "apartheid" incapazes de lhe fazerem frente chacinaram-no à pancada até à morte enquanto dormia. Coragem proverbial, como se esperava...
A guerra que jamais se extinguiu está mesmo à porta. O Estado sonhado condenado ao fracasso ou ao extermínio dos brancos - sul-africanos de várias gerações - que pretendem ter voz no país dos seus avós. Tarefa impossível e contrária aos "ventos da história".
Nesta época de "meias-tintas" e politicamente correcto aqui fica a minha sentida e inequívoca homenagem a Eugène Terre Blanche.

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26 maio 2008

ÁFRICA DO SUL

Must be «right wing nazis», for sure...

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21 outubro 2007

DESPORTO

Após novo milagre do Fátima de um empate sacado a ferros na Luz da gloriosa vitória dos "Springboks" (aquela selecção que era impedida de participar em torneios oficiais durante anos por razões políticas...).
Eis a imagem que se espera para logo no final da Fórmula 1...
P.S. E se os dois dos lados puderem ser substituídos por outros, tanto melhor...

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