14 maio 2014

E NÃO HÁ COMO CONTRARIAR ISTO???


taHesitei muito antes de escrever este postal. Na realidade, não há como ignorar as aberrações para não lhes dar mais importância do que a que merecem... A verdade é todas as aberrações são, hoje em dia, louvadas nesta podre Europa... e, consequentemente, elevadas ao estrelato desta pobre sociedade em que qualquer treta de imagem é notícia e, logo, fama... Tovadia não resisto a transcrever a "5ª coluna" do nosso "O Diabo". O Festival da Eurovisão sempre teve mais que ver com a política que com a música e hoje a grande batalha é a da imposição de uma ditadura do politicamente correcto em nome da tolerância. Não é assim de estranhar que tenha vencido a edição deste ano um travesti barbudo que dá pelo nome artístico de Conchita Wurst, que representou - a palavra é importante - a Áustria. Thomas Neuwirth, de seu nome, havia tentado vingar na carreira artística, mas não conseguira. talvez inspirado pela cantora transexual  israelita, Dana, que venceu o Festival Eurovisão de 1998, decidiu um «novo visual». Tal modernice valeu-lhe a vitória, que contou co doze votos «portugueses». É óbvio que este mutante não representa nem a Áustria nem a Europa, por muito que o queiram impingir como algo natural. A mulher barbada sempre foi uma atracção do circo de aberrações, agora passou para outros festivais. É um sinal da decadência que nos cabe contrariar.


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21 março 2007

ALLBESTA

Cheio de "kime" como convém fica tudo dito em três linhas. Não deixem de ler.

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20 março 2007

ONDE É QUE ISTO VAI PARAR...


Ou apenas sem comentários... (acabado de chegar da Alemanha).

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30 janeiro 2007

PARA VOS SERVIR...


... braço às armas feito.

Assim se dirigia a El Rei D. Sebastião no seu épico "Os Lusíadas" o experimentado, mas já velho soldado, Luís Vaz de Camões no alvor da campanha Norte-Africana em que manifestava a sua inquebrantável vontade de, uma vez mais, contribuir para a grande gesta Nacional. É por mérito próprio que jaz nos Jerónimos a poucas dezenas de metros do túmulo do Rei a quem dedicou aquelas páginas imortais. Não se esquecem dele os Portugueses e muito justamente e nada espanta que no tal programa que vai eleger os grandes portugueses (onde já foi descoberta a terrível maquinação que conduz à vitória de Salazar que já conduziu e vai conduzindo à nova vitória de Salazar e que podem ler hoje aqui e que "explica" como afinal os votos em Salazar são produto, não da vontade dos portugueses, mas de tenebrosas tecnologias... assim sempre se vai preparando um mais suave engolir do resultado final...) surja Camões entre o lote dos dez finalistas.
Mas neste nosso país aparecem sempre uns "iluminados". não raras vezes instigados por estrangeiros que adoram, verdadeiros iconoclastas dos nossos dias, "modernizar" as figuras do passado. É o caso da Companhia de Arte Pública de Beja (apoiada pelo Ministério da Cultura - que melhor fizera em disponibilizar dinheiro para, por exemplo, se levar à cena o Auto de El Rei Seleuco- e pelo Instituto das Artes, como convém...) que leva a cabo uma performance de uma tal Gisela Cañamero que proclama "Camões É Um Poeta Rap" e a quem pretende mudar a sua imagem dando-lhe uma roupagem "actual e radical". É só modernidade e paga por nós...Dispensamos a "estilista"…
É um desrespeito, para não dizer um ultrage, permitir-se tratar Camões como um desses indigentes do rap ou hip-hop (brancos atormentados por não serem negros, mestiços e negros em que o elemento comum é a profunda tristeza de não terem nascido, não na África desenganem-se, mas num qualquer subúrbio negro dos EUA). Camões era um Português. Como classicista um Europeu e jamais teria alinhado por semelhantes imbecilidades, como a sua vida o demonstrou - sempre de braço às armas feito -, jamais seria um indigente como esses imbecis que agora lhe conspurcam o nome.
Mas acima de tudo não acham que se deveria preservar o bom senso e o respeito por um símbolo nacional... É que Camões não é para macacadas. Mas se o próprio Estado é conivente, que fazer?
P.S. É por essas e por outras que há uns bons anos um conhecido actor, de austero nome, por se permitir leviandades com um símbolo nacional ficou sem um tomate (literalmente...)... Querem brincar com tudo? Depois não se queixem...

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17 maio 2006

EURO SUB 21

Foi então apresentado, com a pompa e circunstância possíveis, o "hino" de apoio à selecção nacional de sub-21.
Comecei por ter dúvidas se era mesmo de apoio à selecção Nacional, pois o ritmo afro-americano, que em nada me empolga e nele não me revejo, me pareceu completamente desadequado, e como eu se calhar muitos, mas na ditadura do politicamente correcto é preciso promover alguns grunhidores de serviço.
Enfim, uma vergonha que em nada dignifica a selecção Nacional e de hino tem muito pouco, ou nada...
Mas deve estar tudo bem, é só má vontade de quem gosta mesmo de ritmos portugueses...
P.S. Pareceu-me que, durante a dita apresentação, os grunhidores desse tipo de ritmos parecem ter todos um qualquer problema estranho nas mãos, tais os gestos produzidos, será doença?

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