27 março 2015
07 novembro 2014
30 setembro 2013
INAUGURAÇÃO, AMANHÃ
28 junho 2013
UMA EXPOSIÇÃO A NÃO PERDER!
A notável exposição "A Encomenda Prodigiosa" de que já dera conta quando da abertura do primeiro polo no Museu Nacional de Arte Antiga, inaugurou ontem o polo do Museu de São Roque. Completando-se assim a mesma.
Uma exposição a não perder e um catálogo que se aguarda com expectativa.
Memória da grandeza e do prestígio de Portugal.
Etiquetas: D. João V, Exposição, História, Museu de São Roque, Museu Nacional de Arte Antiga
29 maio 2013
A ENCOMENDA PRODIGIOSA - EXPOSIÇÕES A NÃO PERDER!
Etiquetas: D. João V, Exposição, História, Museu de São Roque, Museu Nacional de Arte Antiga
19 março 2013
UMA INTERESSANTE EXPOSIÇÂO DE HERÁLDICA
A exposição "Pedras com História" na Igreja do Mártir Santo em Vila Franca de Xira. Aproveitem e vão que, ainda, é o mês do sável...
Etiquetas: Exposição, Heráldica, Vila Franca de Xira
25 fevereiro 2013
27 outubro 2012
PARA AMANHÃ
A primeira exposição de José Pinto-Coelho sobre um tema sempre fundamental.
Etiquetas: Exposição, José Pinto-Coelho, Pintura
03 setembro 2012
A NÃO PERDER...
Uma exposição a não perder no Museu do Chiado, na Rua Serpa Pinto, em Lisboa, até 28 de Outubro!
Com Almada Negreiros, Francisco Franco, Leopoldo de Almeida, Eduardo Viana, António Soares, Mário Eloy e outras grandes figuras do Modernismo Português.
Etiquetas: Arte, Exposição, Museu do Chiado
24 maio 2012
ÚLTIMOS DIAS...
Para ir a São Roque e ver o notável restauro da Capela de São João Baptista. Notável e a não perder. Os amantes da Heráldica ainda podem contar com uma notável surpresa...
Etiquetas: Exposição, Heráldica, Museu de São Roque, Restauro
14 abril 2011
18 março 2011
17 março 2011
04 março 2011
UMA BOA DECISÃO
A exposição no Museu Nacional de Arte Antiga dedicada aos "Primitivos Portugueses" (que já não mereciam nada de substância desde o ano de 1940 em pleno "obscurantismo salazarista") vai manter-se até Abril.Uma oportunidade a não perder...
Etiquetas: Exposição, Museu Nacional de Arte Antiga
25 outubro 2010
21 outubro 2010
27 julho 2010
23 junho 2010
AS COISAS EM QUE ME METEM...

O meu bom amigo Duarte Branquinho para além de me ter desafiado para membro fundador da associação Terra e Povo em Portugal, "mandou-me" agora guiar a visita a exposição às fabulosas Tapeçarias de Pastrana no Museu Nacional de Arte Antiga, no próximo Domingo.
Etiquetas: Exposição, História, Museu Nacional de Arte Antiga, Terra e Povo Portugal
19 junho 2010
EU FUI...
Não, não se trata da bacocada do denominado "Rock in Rio - Lisboa", mas sim da minha ida ontem ao Museu Nacional de Arte Antiga para visitar a absolutamente imperdível e deslumbrante exposição que apresenta, pela primeira vez ao público português, as famosas quatro tapeçarias, ditas de Pastrana, património nacional que, por artes misteriosas e nunca bem apuradas foram parar a Espanha onde, infelizmente, ainda se encontram. Foi, devo confessar-vos, um absoluto momento de êxtase, por diversas razões. Primeiro, porque o conjunto é deslumbrante e único (na época, como sabem, apenas se faziam tapeçarias sobre heróis míticos ou mitológicos e/ou de temas religiosos), segundo, devido à minha admiração pelo soberano "Africano" e finalmente porque me dediquei, academicamente, ao estudo da emblemática pessoal do Rei que possuí, nestas tapeçarias uma das suas fontes primárias.
Já aqui discordei da designação da denominação da exposição, muito ao gosto "moderno", porquanto D. Afonso V dificilmente precisaria de inventar uma glória que todos na Europa lhe reconheciam, mas sabendo como é sempre mais fácil dizer mal do que fazer tentarei, ante a magnificência do que está exposto (e só isso bastaria), alinhavar algumas considerações menos positivas, mas creio que justas, sobre a exposição. O espaço de observação é exíguo para duas das tapeçarias - Desembarque e Tomada - sendo certo que em nenhum museu (excepto, eventualmente, um construído de raiz para peças de tal dimensão) tal tarefa seria fácil; o percurso expositivo, uma vez que, ao subir a escada, o visitante se depara com a fabulosa tapeçaria do Cerco (seguramente a mais conhecida e bela, mas segunda do conjunto) é confuso, o que o leva o visitante a ter que voltar atrás para seguir o percurso da história, pois é disso - a história da conquista de Arzila - que tratam as três tapeçarias, na realidade, ao visitante que não conheça as peças (que creio bem sejam uma significativa maioria) não é sugerido qualquer percurso de visita o que pode dificultar o entendimento global.
Já aqui discordei da designação da denominação da exposição, muito ao gosto "moderno", porquanto D. Afonso V dificilmente precisaria de inventar uma glória que todos na Europa lhe reconheciam, mas sabendo como é sempre mais fácil dizer mal do que fazer tentarei, ante a magnificência do que está exposto (e só isso bastaria), alinhavar algumas considerações menos positivas, mas creio que justas, sobre a exposição. O espaço de observação é exíguo para duas das tapeçarias - Desembarque e Tomada - sendo certo que em nenhum museu (excepto, eventualmente, um construído de raiz para peças de tal dimensão) tal tarefa seria fácil; o percurso expositivo, uma vez que, ao subir a escada, o visitante se depara com a fabulosa tapeçaria do Cerco (seguramente a mais conhecida e bela, mas segunda do conjunto) é confuso, o que o leva o visitante a ter que voltar atrás para seguir o percurso da história, pois é disso - a história da conquista de Arzila - que tratam as três tapeçarias, na realidade, ao visitante que não conheça as peças (que creio bem sejam uma significativa maioria) não é sugerido qualquer percurso de visita o que pode dificultar o entendimento global.
Acompanha a exposição a edição de um catálogo de elevadíssima qualidade gráfica e preço consonante (30 €) mas absolutamente normal para publicações análogas. De qualquer modo, independentemente da escolha de um historiador espanhol para fazer o enquadramento da história das conquistas de D. Afonso V e da total ausência de um estudo da emblemática do soberano (a sua famosa empresa) cremos que este catálogo (cuja primeira apreciação não resulta ainda da atenta leitura) será de leitura e consulta obrigatória para qualquer trabalho sobre a política africana e/ou emblemática de D. Afonso V.
Vão, pois, ao MNAA que vale, absolutamente, a pena.
Etiquetas: D. Afonso V, Exposição, Museu Nacional de Arte Antiga

















