29 março 2013

A GREVE DA FOME DO PNR N'"O DIABO"

25 março 2013

A PARTIR DE HOJE!

Hoje, a partir das 18h000, em solidariedade com o sofrimento dos Portugueses. Um exemplo!

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27 outubro 2012

PARA AMANHÃ


A primeira exposição de José Pinto-Coelho sobre um tema sempre fundamental.

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20 maio 2011

A INTERVENÇÃO DE ONTEM NA SIC

19 maio 2011

HOJE - PNR NA SIC

19 de Maio Entrevista com José Pinto-Coelho - O Presidente do PNR (e candidato pelo círculo eleitoral de Lisboa) será hoje entrevistado no “Primeiro Jornal” - SIC a partir das 13.00 horas.

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17 maio 2011

PNR NA RTP 1

16 maio 2011

O PNR NA TVI

05 dezembro 2010

O FAMOSO PROFESSOR "MARTELO"

Hoje, de uma pernada, apesar de achar que o "Pinto Coelho, que anunciou a sua intenção de se candidatar deve participar" arrumou o PNR " que com o devido respeito me parece um partido quase fascista".
Ora nem mais, sempre forte no dichote...

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26 outubro 2010

A ENTREVISTA DE JPC

Para todos aqueles que não possuem o bom hábito de comprar "O Diabo"...

1- José Pinto Coelho, você acabou por ser a «única carta fora do baralho». Por outras palavras, é o único candidato que se apresenta «à direita» de Cavaco e Silva, fora da área do ‘arco constitucional’. Era esta a situação que perspectivava quando decidiu iniciar o processo da sua candidatura à Presidência da República?

As razões da minha candidatura prendem-se com a necessidade que senti, de me apresentar como única alternativa aos candidatos do sistema. Com uma visão diferente deles e radicalmente oposta.
Não me considero um candidato ―fora do arco constitucional‖, na medida em que cumpro as ―regras do jogo‖. Fora do sistema, sim. Contra o sistema, sem dúvida.
Foi um risco assumido, depois de reflectir e me aconselhar.
Naturalmente que previ os vários cenários possíveis. E entre eles o do bloqueio mediático e consequente asfixia da concretização da candidatura. Mas tal hipótese não me impediria de arriscar.
A verdade é que a minha candidatura tem passado ao lado dos portugueses, verificando-se o cenário mais pessimista. Ninguém, ou quase ninguém sabe dela. Mas a comunicação social, essa, sabe-o bem e ignora-a intencionalmente. É uma vergonha! De facto, este regime, sujo até à medula, está a desempenhar bem o seu papel habitual, que consiste em iludir os ingénuos, vendendo-lhes a ideia de que há liberdade e igualdade de direitos e oportunidades, mas na verdade, pratica a pior e mais profunda censura: a dissimulada!
Apresentam uma espécie de pluralismo, com vários candidatos, mas só os que lhes convém. Eu, que sou incómodo, devo ser silenciado e desprezado. E como tenho manifesta falta de meios financeiros e logísticos para contornar o bloqueio, o resultado é o ostracismo quase completo.
2. Que razões particulares e políticas o levaram a tomar a decisão de se candidatar, que, entretanto sabemos ter sido inteiramente pessoal?

Uma candidatura Presidencial é sempre inteiramente pessoal. Não vale a pena pensar-se o contrário.
É-o a todos os níveis. O que sucede é que os partidos políticos apoiam alguma das candidaturas ou, inclusivamente, as promovem. Mas é sempre pessoal.
Obviamente que essa característica ―pessoal‖ assume contornos mais evidentes ou mais diluídos, consoante é mais ―solitária‖ ou suportada e impulsionada pelo Sistema e por partidos com grandes máquinas.
Isso sim, faz toda a diferença, e nesse sentido, a minha candidatura é de facto profundamente pessoal.
As razões da minha candidatura não se separam entre particulares e políticas. Elas confundem-se e resumem-se nas palavras missão e combate: Por Portugal, e mais nada!
Numa época em que a governação é exercida pelos piores inimigos históricos da nossa Pátria, os Portugueses têm o direito de eleger um candidato nacionalista, católico e verdadeiramente suprapartidário — um candidato que represente o Portugal de sempre contra os desertores, os economicistas, os videirinhos, e que entenda o corpo histórico, territorial e humano da Pátria como sagrado. Numa época de mundialismo sem freio, é preciso sentir em português o que não é de sentir senão em português, e pensar em português o que só em português pode e deve ser pensado.
O objectivo que deve animar os nacionalistas é o de responder à afundação da nacionalidade mediante uma segunda fundação da mesma e libertar Portugal da pior ralé de governantes que lhe tocou em azar. E nesse contexto, todas as formas de luta têm que ser aproveitadas e tentadas.

3. A sua candidatura é assumidamente nacionalista. Trata-se de uma área política relativamente nova. Está a sentir uma resposta positiva por parte dos eleitores? Como estão as suas expectativas quanto á Campanha, neste momento?

A minha candidatura é assumidamente nacionalista, como eu o sou e como toda a minha intervenção política.
É de facto uma área política relativamente nova no espectro político nacional. Uma área impensável há 10 anos atrás. Os nacionalistas foram profundamente estigmatizados e perseguidos aos mais diversos níveis desde o 25 de Abril. Esse ambiente mantém-se e se algo está de facto diferente, isso deve-se justamente ao nosso combate.
O nacionalismo, devido sobretudo a diversas razões alheias a nós mas não só, está muito mal visto e representa um anátema para muitos portugueses, conveniente ao Sistema, que não se cansa de o estimular como auto-defesa.
A verdade é que a visão nacionalista não só não é assustadora, como é a melhor solução para Portugal e vai ao encontro do que muitos portugueses – cada vez mais – pensam e sentem. Não fora a desinformação a que estão sujeitos e a nossa falta de recursos e não duvido que o nacionalismo passasse a ter um peso considerável na nossa política. Seja como for, de forma lenta e dura, a verdade é que a proposta nacionalista tem vindo a conquistar terreno, com muito esforço e a tornar-se presente da vida política. Aliás, basta perceber-se que esta candidatura, quer se concretize ou não, teria sido impossível de se equacionar nas últimas Presidenciais. Isso já quer dizer qualquer coisa…
Os eleitores, gradualmente vão dando resposta positiva. Lenta e a medo, mas vai-se sentido. Ainda há uma grande tentação do voto útil contra o que se classifica de mal maior. Mas claro está que discordo absolutamente dessa visão.
Fora isso há um medo efectivo que se instalou nas pessoas. As pessoas têm mesmo muito medo de se associar à minha candidatura e dizem-no com clareza: o emprego, as represálias, os vizinhos…
A campanha de recolha de assinaturas tem sido de facto muito dura, quer por falta de conhecimento por parte das pessoas, quer por medo que leva a que muitos que, manifestando vontade de votar em mim, temam dar o nome. Mas até ao prazo da entrega da documentação no Tribunal Constitucional há que tentar sem esmorecer. Temos mais de um mês para um esforço final.
Lembro que nas passadas eleições houve um candidato que só conseguiu a sua formalização no limite.

4. O José Pinto Coelho é um líder partidário. Preside ao PNR há mais de cinco anos. Essa «condição partidária» não é um entrave para ninguém se candidatar, como sabemos. No entanto o PNR tem ainda uma expressão muito reduzida. Como pensa ser possível ultrapassar a distância que ainda o separa do eleitorado nacional?
O PNR ainda tem uma expressão muito reduzida, mas eu tenho a profunda convicção de que muitos portugueses, mesmo muitos, comungam do essencial dos nossos pontos de vista. Simplesmente, ou não nos conhecem, ou conhecem de forma gravemente distorcida.
Eu só conheço uma fórmula para encurtar a distância que separa o único partido que é verdadeira alternativa, do eleitorado: lutar sem desistir.
Isto pode parecer estranho de afirmar, mas é a mais pura verdade. As pessoas lutam por algo que lhes traga vantagens ou dividendos a uma distância razoável. Mas lutar por incertezas quando temos que dar mesmo muito de nós mesmos, sem quaisquer contrapartidas que não a consciência do dever a ser cumprido, é que é muito difícil.
E a área nacionalista em Portugal, ao longo destas quase quatro décadas, entre mil projectos e realizações, nunca antes tinha mantido e feito crescer um partido, durante 10 anos.
A tenacidade e constância, darão os seus frutos, mais dia, menos dia. Não vejo outra forma neste cenário em que nos faltam meios e sobram dificuldades.
Dizem os filósofos que, a primeira perfeição é a própria existência. Essa, nós temo-la e não a devemos a ninguém, nem a favores. Nesse aspecto somos tão livres que nada nem ninguém nos pode alcançar.
Assim, conjugando a existência livre e a determinação sem tréguas, apenas nos falta, pacientemente, percorrer a distância que nos separa das pessoas.

5. Quem espera mobilizar fundamentalmente para o apoio à sua candidatura? A quem se dirigem os «Nacionalistas?»

Essa questão é complexa porque não tem uma previsibilidade racional ou espectável com uma certa segurança. Há uma série de pequenos-grandes factores que despoletam toda uma dinâmica ou a falta dela.
A sua visibilidade ou falta dela iria configurar um cenário muito distinto. E naturalmente o Sistema, através do silenciamento mediático, acabou por fazer o seu trabalho de casa.
Já imaginou a diferença que faria se a minha candidatura fosse conhecida e a mensagem passada para o público? Já imaginou como tudo seria diferente se fruto dela os apoios começassem a surgir?
Por isso, tudo é relativo e variável, excepto as causas que defendo e a minha determinação.
Naturalmente que no cenário ideal, de igualdade de circunstâncias para os candidatos, a mensagem nacionalista seria dirigida a todos os portugueses de boa vontade e que queiram cortar com este estado de coisas caótico. Esta é a mensagem que farei passar em tempos de antena, entrevistas e debates se a candidatura se formalizar.

6. As causas da Vida e a denúncia do «Casamento gay» têm merecido a sua adesão e defesa combativa. Entretanto, com cinco filhos, o José faz parte da Associação das Famílias Numerosas. Que intenções tem quanto a esse domínio das «causas directas» no quadro da sua campanha e, se quiser, como as consideraria também no quadro de uma eventual presidência da República?
As ―causas directas‖, mais não são do que consequências coincidentes daquilo que defendo. Empenho-me de igual modo no combate pelas ―bandeiras‖ que me possam afectar directamente e naquele de ―bandeiras‖ que não me afectem, porque me bato por convicções e princípios.
As causas da Pátria, da Vida e da Família, orientam a minha luta, mas também as da Justiça Social e muitas outras.
As minhas intenções são sempre as da luta pelo que defendo e contra o que agride esses princípios.
Nesse particular, da defesa da Vida e da Família, considerando-as como Valores supremos, jamais entraria em diálogos ou cedências como se de negócios se tratassem. No quadro de uma eventual Presidência, jamais aporia a minha assinatura numa aberração contra a natureza humana, como é o caso dessa lei do chamado ―casamento‖ entre pessoas do mesmo sexo.

7. No Site da sua campanha refere, nos «10 Pontos Cardiais», uma «dinâmica social de sentido aristocratizante, tão ampla quanto possível, com vista a criar uma mentalidade colectiva de fundo aristocrático». O José Pinto Coelho é um conservador tradicional? Pode dar-nos uma ideia mais clara do que nos quis dizer ao incluir esse tópico?

Essa questão tem gerado a dúvida por parte de muitas pessoas. É compreensível, já que foge ao habitual e ao que as pessoas ouvem ou sobre que reflectem.
Eu não me considero conservador. Bem pelo contrário, pois não gosto do cheiro a mofo nem me sinto retrógrado.
Sou tradicionalista; o que é bem diferente. Tradicionalista por considerar que as raízes e a cultura das pessoas, das famílias e das nações, são âncoras, pilares e valores fundamentais
que norteiam o nosso destino e acção no presente. Amarrado a esses pressupostos basilares, defendo uma postura renovadora, vanguardista e até revolucionária na dinâmica de evolução da sociedade.
Desejo que a sociedade avance, progrida e cresça. E tal só é possível com bases sólidas e raízes profundas que, reconhecendo o seu ADN e identidade, permita a elevação sustentada e contínua da sociedade.
Para isso, cabe aos governantes e aos que têm alguma forma de influência, promover a elevação intelectual, espiritual e cultural das pessoas ao invés de promoverem a ―pimbalhice‖, mediocridade e espírito rasteiro e mesquinho, que é o que se verifica nos nossos dias.
É neste sentido que quero que se promova um em todas as pessoas a possibilidade de aspirarem a ―elite‖ (espiritual) e não à fatalidade de se tornarem um rebanho não pensante.

8. Imaginemos que seria eleito e teria que assumir as funções presidenciais. Que atitudes políticas fundamentais adoptaria como tal, em função da Presidência da República tal como está constitucionalmente definida, perante a situação em que Portugal se encontra e vai encontrar nos próximos anos?

Como se sabe, o Presidente da República não governa. Tem poderes importantes decisivos, mas muito restritos.
Seja como for, sendo a primeira figura, está longe de ser um simples ―corta fitas…
O Presidente tem uma capacidade de influenciar a sociedade e de ser um contra poder, única. O Presidente tem que emitir sinais claros, traçar caminhos e apontar metas. Tem que mobilizar os portugueses, motivá-los e influenciá-los.
Assim estaria de facto a limitar as atrocidades levadas a cabo por esta classe política horrenda que temos.
Como Presidente, teria posição firme e inequívoca face às múltiplas realidades. Teria uma agenda política afirmativa e combativa em temas tão fundamentais como a saúde, educação e economia, defendendo a propriedade e a iniciativa privada, sem cair nos excessos socialistas e nacionalizantes tão em voga, mas também sem impor o programa liberal, desregulado e antinacional.
Travaria uma luta sem tréguas na defesa da Família e no combate ao gravíssimo problema da natalidade em Portugal e enfrentaria com determinação a questão da insegurança e criminalidade crescentes, bem como dos actos sórdidos de pedofilia ou de corrupção.
Seria, enfim, um Chefe de Estado sem medo de assumir-se como nacionalista, e que considerando a Nação como um valor fundamental, denunciaria a Europa de Bruxelas e as «transferências» de soberania nacional e defenderia a necessidade de Portugal manter uma
capacidade produtiva mínima, na agricultura, nas pescas, na indústria, para conseguir pelo menos produzir o que come.

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A NÃO PERDER HOJE


Como é habitual à Terça-feira a não perder o nosso "O Diabo". Nesta edição uma vez mais demonstrando a sua independência, rigor e qualidade ao ser (entre muitos outros aspectos importantes) o único jornal que até agora deu voz a um candidato (que o é, sublinhe-se, tanto como os demais...) silenciado pelos restantes me(r)dia: José Pinto Coelho. A ler!

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16 junho 2010

AS PRESIDÊNCIAIS...

Confessei aqui ontem a minha virgindade em matéria de presidenciais, o que é absolutamente verdade. Monárquico (legitimista ou tradicionalista, como preferirem), nunca senti a pulsão de votar nestas eleições, mesmo ante o coro constante de suplica dos circundantes, insígnes advogados do mal menor (sempre tão activos no nosso país), e que, não raras vezes, conseguiam lobrigar um candidato "de direita" onde eu apenas via mais do mesmo. Matizes e aparências em vez de essência, nada mais. Mau feitio meu, seguramente. Quero lá saber de males menores. Ou excelência ou ralé, cada vez mais me convenço que os meios termos, e meias-tintas são o pasto dos mediocres. Irra, que com a idade fico cada vez "pior". Como diz o meu queridíssimo amigo e camarada José Carlos, "não ganhei todas as vezes que lutei, mas deixei de ganhar todas as vezes que não lutei", sábias palavras nas quais cada vez mais, todos, devemos meditar.
Voltando aos presidentes, na generalidade acheio-os todos maus e, sobretudo, representantes de um regime no qual me não revejo, minimamente e que, comprovadamente, sai mais caro que a Monarquia.
Vem esta arenga a propósito da anunciada candidatura do meu amigo e camarada José Pinto-Coelho, na qual, esclareço (aliás já aqui o declarei) o acompanharei, sem crença nem convicção é certo, mas isso, sabe-o ele também, advém da nossa comum opção de regime.
Ontem "O Diabo", numa curta pergunta, questionava-o se não se tornaria numa espécie de Garcia Pereira da "direita" que a tudo se candidata sem nunca ganhar uma eleição. Internamente, no seio do PNR, alertei para esse excesso de exposição, advoguei outra solução que não colheu, agora é seguir em frente. Agora o Zé esclarece que, uma vez mais, o propósito de candidatura é dar a conhecer a alternativa Nacionalista, arriscar sempre e mais, combater. Ao menos não é como os outros e não se arma (coisa impossível de atingir) em presidente de todos os portugueses... Igualmente não se furta ao combate, posição de tantos notáveis de "direita" que querem empurrar para o mais elevado magistério da Nação.
Não será o ideal? Seguramente que não! É aquele que se disponibilizou para o combate e que urge apoiar.

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O SEU A SEU DONO

Com frequência vejo publicada uma fotografia do meu camarada e amigo José Pinto-Coelho, da minha autoria, em diversos órgãos de comunicação social, ontem uma vez mais apareceu n' O Diabo. É gratificante que a mesma seja apreciada, eu próprio gosto bastante dela, e pareceu-me importante deixar aqui a autoria que ninguém indica e muito menos paga...
Aqui a reproduzo, sem enquadramentos e informo que foi tirada na manifestação do 10 de Junho de 2007 no Largo de Camões.

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15 junho 2010

EU VIRGEM ME CONFESSO

Absolutamente virgem nesta coisa de eleições presidênciais, não fora a minha austera e miguelista costela monárquica, temo bem que, com a candidatura do meu camarada e amigo José Pinto-Coelho venha a perder tal estatuto que tanto me orgulhava!
Agora mais a sério, é necessário o empenho de todos para que a candidatura vá avante. Informações aqui.

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11 junho 2010

OBJECTIVO - PRESIDENCIAIS 2011

10 junho 2010

PRESIDENTE DA REPÚBLICA



Na praça de Camões, em Lisboa, José Pinto Coelho, acaba de anunciar que será o candidato da área nacional, se preferirem, da Direita às próximas eleições presidênciais.
Sou, como sabem, monárquico, mas com este candidato nas próximas eleições acho que quebro a minha abstinência e vou lá "botar o voto".
Este é o Zé que vale a pena. Não esqueçam!
Para mais informações consultar o sítio de candidatura aqui.

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11 abril 2010

10º ANIVERSÁRIO DO PNR

Ontem, no 10º Aniversário do PNR, numa aprazível quinta da zona de Alcabideche, centenas de militantes e amigos, muitas famílias com muitas crianças num grande convívio nacionalista que durou até depois das 20 horas.


No palco, após o discurso do Presidente, não faltou a "Ressureição" (a três vozes) que, com a permissão dos autores, será futuramente o hino do Partido.

Uma grande iniciativa. A repetir!

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20 novembro 2009

DESCRIMINAÇÃO RACIAL, NOVA LEITURA...

Procuradora da República, que tão bem conheço (e que à cerca de 30 anos quase deixou de me falar porque eu me dava com aquelas pessoas – leia-se os “skinheads” -, o que atesta da sua motivação, particular isenção e apropriação para o caso vertente), entendeu recorrer em nome do DIAP (ou será o Ministério Público? Desculpem mas os meus parcos conhecimentos das leis não chegam para tanto…) do despacho de não pronuncia do José Pinto Coelho decidido pela Juíza de Instrução Criminal que não entendeu que o famoso cartaz, roubado em tempo pela CML em Entrecampos, “preencha o tipo de crime [de descriminação racial] pelo qual o arguido se encontra acusado”.
Nada me espanta neste nosso país, cada vez mais zeloso no cumprimento da ditadura do “politicamentecorrecto”, onde criminosos graves são deixados impunes e se perseguem as vozes dissonantes. Mas adiante, creio que isso do recurso até pode fazer parte do jogo e das funções da Procuradora. O que é absolutamente espantoso é, com o intuito de requerer a condenação do Zé que se pede, a noção de descriminação racial grafada pela Procuradora. Segundo ela por descriminação racial “há-de entender-se qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência fundada na raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, com o propósito de destruir ou comprometer o reconhecimento, o gozo ou o exercício, em condições de igualdade, dos direitos e liberdades de todos os cidadãos”. No meu tempo e aliás ainda hoje em qualquer bom dicionário se encontram definições bem diferentes…
É, de facto, no mínimo espantoso!
Mas que se cuidem todos quantos me chamam “careca” pois se tal se sabe posso-vos acusar de me estarem a distinguir dos outros a diminuírem-me perante os demais cidadãos cometendo, consequentemente, um crime de descriminação racial…Vai ser um fartote...

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15 setembro 2009

PARA O CASO DE NÃO TEREM REPARADO...

É certo que as sondagens são apenas o que são: sondagens, e não quaisquer garantidas intenções de voto. Contudo não deixa de ser interessante que, pela primeira vez, o PNR surja, não só referenciado, como com sérias hipóteses de, face à sondagem entenda-se, eleger um deputado por Lisboa. Seria o melhor corolário para a militância, dedicação e coragem do meu Presidente, camarada e amigo José Pinto Coelho.
Como vêem quem quer boas notícias compre "O Diabo" logo de manhã. Sempre vos disse...


Post Scriptum (para não se verificarem quaisquer dúvidas em época eleitoral): Não fora "O Diabo" e este resultado, que já se conhecia, teria passado completamente arredado (para não dizer o mais intencional e feio ocultado) do conhecimentos dos portugueses, não vá desta feita o PNR descolar mesmo e começar a poder representar o povo amordaçado deste nosso país.

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09 junho 2009


A pedido do meu Presidente aqui publico carta que me enviou àcerca do postal de ontem. Segue exactamente como recebida sem qualquer intervenção minha:

Caro Humberto,

Contrariando o meu hábito de nunca comentar em blogues (que aliás muito pouco visito com excepção deste e de mais 2 ou 3 de camaradas próximos), abro aqui uma excepção. Visto que não posso comentar, por não ter conta blogger, envio-te esta mensagem para a publicares se assim entenderes.

Ela prende-se com o teu tópico-desabafo “Este país será viável?”.

1º - Nunca no PNR teremos o discurso dos outros partidos do sistema que se auto-mutilam com derrotas pessoais. Somos Nacionalistas e, como Nacionalistas vivemos a Camaradagem e espírito de corpo. As derrotas são de todos e as vitórias também.

2º - Não houve objectivamente nenhuma derrota. Houve sim um certo sabor a pouco por um moderado crescimento.

3º - Todos sabemos que as condicionantes e desigualdades são por demais evidentes e gigantescas.

4º - Uma eleição não é para Nacionalistas uma derrota. A nossa luta vai muito para além disso.

5º - O facto de participarmos, crescermos, existirmos e persistirmos... são vitórias de cada dia.

6º - Como tu mesmo dizes, não há impérios eternos, nem regimes. Mas a nossa luta, essa sim, não terá fim. Por isso nunca pode ser derrotada. E já sabes, um dia é o da caça e outro é o do caçador.

7º - As pontes que lançaste e consolidaste. A união que reforçaste e restauraste entre vários nacionalistas, as pessoas que “conquistaste” para novas lutas… serão parte de uma “derrota pessoal”? Não. Nada disso, Humberto. Tudo isso foram vitórias que tu conseguiste e que não se traduzem por votos imediatos. São sementes para o futuro.

Assim sendo, embora aquém das expectativas, não houve qualquer derrota, muito menos pessoal.

Por mim, podendo voltar atrás, ter-te-ia convidado de novo. Mais: serás cabeça de lista por Santarém e não duvido do bom trabalho que levarás a cabo e que terá frutos em novo aumento de votos.

Só não falo em Presidenciais porque para ti isso seria ofensivo. ;)

Grande abraço, muito obrigado e parabéns pelas mais-valias.

José Pinto-Coelho

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06 abril 2009

ELE NÃO ESQUECE...

Ao contrário de tanto político da treta, ou de tanta treta de político, o nosso Zé não se esquece de assinalar esse dia maior da nossa História na sua mensagem aos nacionalistas deste mês. Ora leiam lá:
> 26 de Abril - Contrastando com a triste véspera deste dia, será Canonizado um dos Grandes Portugueses de sempre! D. Nuno Álvares Pereira, Condestável do Reino, Guerreiro e Santo.Os festejos que envolvem a especial evocação deste enorme português em nada se podem comparar com uma daquelas noitadas festivas por causa um qualquer troféu recebido numa prova desportiva internacional. Pelo contrário, a sua elevação a Santo enaltece a vida e obra de um Grande Português cuja conduta, entrega, Fé e patriotismo deveriam ser sempre uma luz orientadora dos Patriotas de todos os tempos. D. Nuno Álvares Pereira, esse Santo Nacional, é um português exemplar do qual, hoje e sempre, os nacionalistas se orgulham.Eis mais um motivo de Orgulho Nacional que nos foi legado por um grande filho da Nação.

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