19 novembro 2013

UM NÚMERO - PARTICULARMENTE - INTERESSANTE!

23 agosto 2013

A NRH CONTINUARÁ!

21 julho 2013

LA NOUVELLE REVUE D'HISTOIRE

Descobri também dois números repetidos (4€ cada) desta fabulosa revista, os números 34 e 44.

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29 março 2013

UMA REVISTA INCONTORNÁVEL...

30 janeiro 2013

APÓS UMA LONGA AUSÊNCIA...

O regresso a esta casa da imprescindível "La Nouvelle Revue d'Histoire" neste número com um interessante "dossier" sobre o fim da incontornável dinastia dos Habsburgos, mas para além dele muitos temas de interesse da história europeia.
Como sempre, a não perder!

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30 setembro 2012

UMA GRANDE REVISTA

13 janeiro 2012

JÁ RECEBIDA

Como habitualmente trazida por mão amiga.

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21 novembro 2011

SEMPRE OPORTUNA SUGESTÃO...

de leitura, este número com um especial "Luís XIV".

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17 novembro 2011

A GUERRA DA SECESSÃO

No "Hors Série" número 3 da "La Nouvelle Revue d'Histoire". Mais um conflito ao lado dos que perderam...

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21 julho 2011

TRAZIDAS PELO AMIGO DUARTE

23 maio 2011

JÁ NAS BANCAS

01 abril 2011

JÁ À VENDA NOS LUSOS QUIOSQUES

28 janeiro 2011

RETORNO À "NOVA AMÉRICA"...

Costumeira e amiga mão, que ontem me desafiou para voltar, após decénios de ausência, a almoçar numa cervejaria da minha juventude e onde ainda apareceram alguns amigos de diversas idades (desde o jovem outrora desalinhado, passando pelo cuidadoso investigador da nossa direita radical ao mais maduro retornado das pampas [para nosso benefício e convívio], embora fosse eu o patriarca da mesa...) alguns deles que marcam (ou já marcaram) lugar na coluna da direita aqui do estabelecimento, levou-me - num almoço onde rapidamente os livros assumiram o papel principal - o último exemplar da "la Nouvelle Revue d'Histoire" dedicada ao tema "Os homens e a guerra" onde, uma verdade eterna, se lavra como ensinando aos leitores a verdadeira natureza humana:
A guerra é eterna mas descontínua, apenas cortada por períodos de paz

Um número que vivamente aconselho dado o manifesto interesse do caderno temático.

Igualmente me levou o catálogo da interessante exposição sobre a repressão da imprensa na primeira república um tema interessantíssimo que, inexplicavelmente, não fez parte das comemorações oficiais do ano que findou...

Porque não podiamos deixar de abordar a "questão Varela" lá ficou material de campanha em mais algumas mãos.

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02 dezembro 2010

JÁ NAS BANCAS...

Já está nas bancas lusitanas o 51º número da fabulosa "La Nouvelle Revue d'Histoir", relativa a Nov/Dez deste ano.
O presente número possui como temática principal os "Sonhos e Revoluções dos anos 30", não esquecendo no artigo de François-Georges Dreyfus - Les démocraties en crise (p. 45-49) de se referir a Portugal e abordando a quase generalidade dos fenómenos contemporâneos no espaço europeu em profunda efeverscência cultural e política (a ler atentamente o artigo "A misteriosa revolução do fascismo" [p. 54-56] da autoria do director da publicação o Professor Dominique Venner).
Para além da temática principal, espaço, ainda, para interessantes artigos sobre o "Milagre Romano" (Yann Le Bohec) e um sobre "A espantosa sobrevivência da aristocracia britânica" de Jean-Pierre Poussou.
Como sempre a ler atentamente!

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10 novembro 2010

APÓS UM MAGNÍFICO REPASTO...

Após, um magnífico repasto, ao longo do qual foi possível degustar as especialidades gastronómicas da região da Junqueira, o meu amigo e camarada Duarte Branquinho presenteou-me com estas duas revistas que se recomendam e a quem publicamente agradeço a gentileza da amável oferta.
Realmente há PESSOAS de quem vale a pena ser amigo (não apenas pelas revistas, evidentemente)!

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15 setembro 2010

ÀS BANCAS, ÀS BANCAS

Já nas bancas a incontornável e imperdível "La Nouvelle Revue d'Histoire", no seu histórico número 50. O director, Dominique Venner, num editorial que podem consultar aqui explica-nos, numa revista francesa a opção temática deste número: "Vichy. O tempo dos enigmas".
Pormenorização sobre esta opção, que naturalmente se saúda, pode ser consultada aqui. Como sempre a "NRH" combate mitos e sem reservas discute os temas que outros ocultam ou meramente afloram numa perspectiva normalmente não isente e tendenciosa.
Às bancas, pois para adquirir esta revista que, assumidamente e conforme grafado na capa deste quinquagésimo número, "não é como as outras". Uma verdade incómoda mas feliz para todos quantos gostam de História.

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17 agosto 2010

JÁ NAS BANCAS

Um completo "dossier" sobre o Afeganistão tema que, confesso-vos, não me ocupa muito as cogitações. As revistas com organização temática, como esta, nem sempre nos preenchem cabalmente mas, por outro lado, surpreendem-nos por vezes com cadernos pelos quais longamente esperámos.
Realce para David Victoroff e as suas reflexões sobre a crise do Euro e o futuro da Europa, um interessantíssimo artigo de Emma Demeester sobre “Carlos Magno, Imperador do Ocidente”.
Dominique Venner. o director, escreve um importante e substantivo artigo sobre a vingança da Reichswehr numa perspectiva muito pouco habitual na historiografia francesa.
Chamada de atenção para o artigo de Jean-Michel Baldassari, “Imigração: revelações de um demógrafo”, sobre o livro de Michèle Tribalat àcerca a imigração em França, para ler atentamente e tirar as devidas conclusões, para quem o quiser fazer...

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07 março 2010

OUTRO REPARO

Por um lamentável lapso relativo ao papel de Portugal no último "dossier" vi-me forçado a ecrever uma carta ao director da "La Nouvelle Revue d'Histoire" (que aqui vos deixo na versão portuguesa).
Estimado Professor Dominique Venner,
Sou um dos atentos leitores da sua revista em Portugal e não quero, nesta ocasião, deixar de o felicitar pela enorme qualidade da mesma e interesse e rigor dos seus cadernos temáticos, bem como pelo seu papel de porta-voz de uma história não comprometida e sem amos.
Não posso porém deixar de lamentar que no último número (o 49), dedicado às visões europeias sobre Napoleão se tenha esquecido completamente Portugal, terra onde pela primeira vez (excepção feita às significativas derrotas navais em Aboukir e Trafalgar) as gloriosas e vitoriosas forças francesas conheceram a derrota às mãos de uma improvisada guerrilha e forças de segunda linha (pois o o exército português desmembrado por Junot havia sido licenciado e com o melhor das suas forças constituída a Legião Portuguesa, criada em 16 de Janeiro de 1808, e que se haveria de cobrir de glória nos campos de Wagram – afirmando então o imperador que em toda a Europa não havia infantaria como a portuguesa -, Smolensk, Witepsk, Borodino ou na retirada de Moscovo, quando foram essas forças que em Berezina possibilitaram a passagem do rio ao Grande Exército em fuga). Dado o rigor habitual da revista que dirige não se entende como se pôde esquecer Portugal num momento em que o Imperador não conseguia o Bloqueio Continental, não lograva impedir uma sólida e constante ligação com a Grã-Bretanha e, independentemente dos sucessos na Europa Centro-oriental, as suas águias eram abatidas, contra-corrente e pela primeira vez, num pequeno país do extremo da Europa.
Não posso, pois, deixar de lamentar este lapso, seguramente involuntário, mas que muito afecta a qualidade e interesse daquele dossier que não esqueceu a Espanha que, em 1807, invadia o nosso país ao lado de Napoleão e que, só após o sucesso português mudou de campo.
Apresento-lhe, senhor Professor os meus mais profundos e sinceros cumprimentos

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16 julho 2009

AS RAÍZES DA EUROPA

Antecipando-me, uma vez mais ao meu amigo e camarada Duarte Branquinho, aqui vos deixo a capa da última "NRH" cujo dossier versa a questão das raízes da Europa. Não subsistem dúvidas quanto ao interesse e oportunidade do tema principal tratado sob diversos e interessantes pontos de vista.
Para além do tema de capa ainda a chamada de atenção para os artigos que apenas vi de soslaio mas que parecem interessantes sobre a conquista da Sibéria, sobre Rommel, Hitler e a Wehrmacht, sobre o escultor Arno Breker e ainda sobre o rei Henrique II.
Indispensável, como sempre, a parte reservada à actualidade de livros históricos que mostra sempre quão diminuta é a nossa produção. Um regalo para a vista, porém.
Às bancas, pois, e o Duarte também, evidentemente que, com certa frequência, vem perdendo esta nossa "disputa" nos últimos meses.

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22 maio 2009

DESTA VEZ CONSEGUI FINTAR O DUARTE...

Porque a campanha não para a história, nem a história perturba a campanha. Para o Duarte que ainda não a conseguiu comprar...

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