09 junho 2011

ESCLARECENDO ESCLARECIMENTOS

O cartaz anexo que não elaborei, por os meus dotes tal não mo permitirem, mas com o qual concordo em absoluto, levantou ao que me disseram, acessa polémica, numa rede social que não frequento e depois, mais grave, no portal oficial do meu Partido, o PNR.

Sempre achei que a roupa suja se lava em casa, o que seria até desejável dado grande número de promotores do MON serem conselheiros nacionais do PNR, bom mas para isso era necessário que o Conselho Nacional reunisse o que já não ocorre (salvo um marcado por interesse da Direcção exclusivamente para votar o relatório e contas) se não me engano desde Abril de 2010. Mas assim não foi entedido e veio-se para a praça pública...

Quanto ao cartaz parece elementar, para quem saiba ler e esteja de boa-fé, o que pretende. O MON, convida os seus apoiantes a celebrar o 10 de Junho em duas inciativas, uma sua a e que se associa -a presença no forte do Bom Sucesso junto ao Monumento dos Combatentes, outra do PNR (daí o uso do seu símbolo, que a não ter sido usado levantaria outras críticas...), a concentração e manifestação à qual igualmente se associa e na qual participa. Onde está o divisionismo e o aproveitamento indevido de símbolo quando se publicita uma iniciativa do próprio PNR?

De permeio o tradicional almoço, do MON e de muitos outros Nacionalistas e Patriotas, que terá lugar na "Taberna da Junqueira".


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06 setembro 2008

NÃO HÁ DEMOCRACIA COMO ESTA...

Em tempo de festas partidárias a umas cercam-nas pela GNR, policiam-nos durante todo o dia dissuadem os participantes de nela entrarem, a outras mandam apenas a ASAE verificar a qualidade das febras...
Pena que nas multas do Tribunal Constitucional não se verifiquem também tantas diferenças...
É a democracia que temos...

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03 setembro 2008

PALAVRAS A RETER

Está bem fresca na nossa memória a repressão contra uma festa particular do PNR, no passado dia 9 de Agosto em Lagoa, no Algarve, aquando da realização do primeiro “Festival Nacionalista de Verão”, com o intuito de promover o convívio entre militantes em ambiente e estilo diferentes daquilo que tem sido habitual.
Tudo foi feito para boicotar e inviabilizar uma festa de um partido, como as há, tantas outras de outros partidos. A diferença é que se trata do PNR e, assim sendo, tudo se “justifica” e “explica”…
Por ser uma festa do PNR, a Câmara de Lagoa, cedendo naturalmente a pressões vindas do sítio do costume, mandou que se desmontasse e retirasse a aparelhagem de som e os instrumentos musicais para actuação de bandas – acabadinhas de montar! - que esta disponibiliza para as mais diversas entidades que o requeiram! Tal sucedeu quando apenas faltava uma hora para o começo do programa do Festival!
Só mesmo a extraordinária dedicação, capacidade de reacção e mobilização dos nossos militantes algarvios, permitiu que se improvisasse nova instalação de som e de instrumentos musicais, solicitando uma coisa aqui e outra acolá, entre amigos e conhecidos em diversas terras do distrito. Tudo se conseguiu resolver, com dificuldades, atrasos óbvios e dores de cabeça, mas a festa fez-se na mesma! Aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes!
Além deste tipo de boicote e discriminação chocantes, ainda fomos alvo de um verdadeiro cerco de brigadas da GNR que, no exterior, montaram barreiras nos acessos ao local do evento, fazendo parar todos os carros, revistando-os, inquirindo os ocupantes acerca de irem ou não ao festival e, por fim, aconselhando-os a não o fazerem.
No interior do recinto, aí, foram os agentes da PJ que ao longo de todo o dia estiveram a “tomar conta” de nós…
Ou seja, um espectáculo degradante e escandaloso que configura a mais óbvia repressão, censura e boicote com que têm sido brindados os Nacionalistas.
Enfim, assaltam-se diariamente bancos, gasolineiras, estações dos correios e pessoas; dinamitam-se carros blindados de transporte de valores; fazem-se tiroteios nas ruas; assassinam-se comerciantes para roubar o estabelecimento; provocam-se desacatos nas praias; e por aí fora…
Mas o que é “preocupante”, ao que parece, é uma festa para militantes do PNR... Isso sim, é "sinal de perigo" de alteração da ordem pública, de alarme social e de insegurança para os portugueses. Isso sim, “justifica” que se montem barreiras policiais e se mobilizem agentes e meios, durante todo o dia, gastando-se avultadas verbas do erário público e mantendo ocupadas as forças da segurança para olharem pelos Nacionalistas.
Será que as habituais festas de outros partidos como a do Pontal, por exemplo, também são alvo de tanto “zelo” por parte do sistema? Será que vai haver alguma preocupação em se fazer o mesmo na Festa do Avante?
Pois…Então afinal, isto é ou não perseguição despudorada aos Nacionalistas?

José Pinto-Coelho 1 Set 2008

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15 agosto 2008

O MEU APLAUSO...

Não posso, nem quero, deixar de aplaudir o grão-mestre, perdão, o ministro de todas as seguranças Rui Pereira. Segundo noticía em primeira página o insuspeito "Diário de Notícias", Há 51 foragidos das prisões por encontar desde 2000.
Percebe-se agora, que na mente tortuosa de quem nos desgoverna que esperassem encontrar alguns na festa de Verão do PNR, talvez daí o inusitado aparato policial para lá deslocado.
Pois é Senhor Rui Pereira, essa monomania fica-lhe mal, e se procurasse bem veria que muitos desses foragidos possuem seguramente outras filiações ou confissões, se calhar bem mais próximas das suas...
Mas que havemos de fazer os entrolhos políticos, frequentemente, tolhem a clarividência...

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13 agosto 2008

ONDE IREMOS PARAR?

Dada a gravidade da situação, transcreve-se na íntegra o comunicado da Comissão Política Nacional do Partido Nacional Renovador, datado do passado dia 11.
O Partido Nacional Renovador lamenta a forma como o Governo, através das forças policiais sobre a sua tutela, tratou o Festival de Verão organizado pelo PNR no Algarve.
Centenas de agentes da GNR rodearam o recinto onde se realizou a referida festa e interpelaram todos aqueles que para ela se dirigiam desaconselhando-os a se juntarem a ela, gerando assim um clima de alarme social. Nunca tal se viu em Portugal num evento partidário, ainda para mais tratando-se de uma festa privada, de contornos políticos e sociais, onde não houve relatos ou registos de qualquer actividade suspeita ou ilegal, como aliás é tradição em todos os eventos organizados pelo PNR.
Trata-se de uma perseguição inaceitável num Estado de Direito, onde não pode ser o governo a usar a polícia para controlar os outros partidos, mesmo que não tenham representação parlamentar, e de uma actuação que devia merecer alguma reflexão por parte das autoridades não-governamentais. Para o PNR este tipo de perseguição é vergonhosa e desprezível, mesmo não sendo novidade, além de extremamente perigosa e de cariz ditatorial.

É de facto um escandalo, embora sem resultado previsível, há que apresentar queixa a quem de "direito". Será que ainda há disso?

P.S. Mesmo o post scriptum, não aquele que nos desgoverna. Não fui este ano ao nosso festival por manifesta impossibilidade, mas podem já os diligentes agentes contar com a minha presença em próxima oportunidade.

Digam lá: não preferiam os tempos da PIDE em que todos sabiam que ela existia, a este grotesco simulacro de democracia. Para São Gião não foram eles, não fossem encontrar algo comprometedor ou apenas temendo pela "ganza" que os GNR's apanhariam...

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