11 dezembro 2014

A HISTÓRIA SEMPRE FEZ BEM AOS IGNORANTES...

27 novembro 2014

E NÃO PODE SER INTERNADO ?

17 junho 2012

ANCIÃO "DIXIT"

O velho ancião Soares que poucas vezes acerta e raras vezes não se engana surgiu ontem, para espanto de todos com uma tirada absolutamente certeira. Um forma rápida de resolver a crise, ou pelo menos de a minorar consideravelmente, seria a emissão pelo BCE de mais moeda. Disparate? Não desta vez. na realidade é o que fazem constantemente EUA e Reino Unido...

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13 janeiro 2010

A EMINÊNCIA PARVA...

Chama-se, em Ciência Política, regime político ao conjunto de instituições pelas quais os Estados se organiza com vista ao exercício do poder sobre a sociedade sendo que tal definição, lata indiscutivelmente, é válida mesmo que o governo possa ser considerado ilegítimo. Tal definição não deve ser confundida com forma do Estado (unitário, federal, etc.), com o sistema de governo (presidencialismo, semi-presidencialismo ou parlamentarismo) ou com a ideologia das forças políticas envolvidas no exercício do poder.

Da antiguidade, até aos nossos dias, mantêm-se em vigor três regimes (um deles sem expressão actual): a Monarquia, a República e a Anarquia (que, em bom rigor, é a ausência de quaisquer formas de governo compulsório). Quer as monarquias, quer as repúblicas (antes de tudo um regime sem monarcas) variaram consideravelmente em termos ideológicos e composicionais não deixando, por isso, de serem monarquias ou repúblicas.
Acontece que um conhecido ancião que já foi um pouco de tudo neste país, até Presidente da República, nas páginas do “Diário de Notícias” (12 de Janeiro, p. 51) veio defender uma ideia peregrina a propósito das comemorações do centenário da república. Regime, recorde-se, imposto pela força das armas, contra a vontade da esmagadora maioria do país, radicando directamente no assassinato bárbaro de um chefe de estado, como o senhor Soares foi, e, sobretudo, jamais referendado, exemplar portanto!

Escrevia, esse conhecido ancião que sendo a república incompreensível “sem liberdade, democracia e respeito pelos direitos humanos” (será que estaria aqui a pensar nos vexames desumanos impostos ao clero, na censura, nas levas da morte e tantos outros demonstrativos exemplos de direitos humanos republicanos?), que a I república terminou com o golpe militar de 1926 e foi “suspensa” até àquela gloriosa manhã de 74. Enfim, ou é da idade ou seguramente que Soares anda a ler demasiados romances cor-de-rosa. A sua falta de objectividade leva-o, em abono da I república, a dizer que após esta se viveu um “regime de puro arbítrio” (não o foi exactamente esse o da sua idolatrada republica?), que “conduziu Portugal à beira da bancarrota” (estranho, sempre li que foi justamente esse um dos grandes contributos da idolatrada experiência de 1910-26…) e que portanto “não foi república nem monarquia”. Teremos então vivido em anarquia no pós-1926? Se ainda fosse entre 1910 e 1926 talvez me convencessem… E a eleição presidencial de 1928?

Magistralmente conclui: “É por isso que a longa ditadura que nos oprimiu e bloqueou Portugal – entre 1926 e 1974 – não pode ser considerada República [que diabo terá sido se até o pretendente ao trono estava no exílio e por cá existiam presidentes da república?]. (…) foi tão só uma cruenta ditadura”. Mas qual o regime então? Não houve monarquias democráticas e outras autoritárias ou ditatoriais? Não houve repúblicas democráticas, autoritárias ou ditatoriais? Com a idade o vetusto ancião baralha tudo e, na cegueira tolerante própria de certos republicanos pretende reescrever a história e baralha-se. Tanto mais que, sendo verdade o que afirma para o advento da II república em 1974, que o é por resultar da “expressão genuína da vontade popular” então nunca houve primeira república e lá se vão as comemorações...

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17 junho 2007

PERCORRENDO A IMPRENSA

Depois somos nós que inventamos... - Noticiaram vários órgãos de comunicação social que o "tráfico de droga cerca estudantes", de acordo com o balanço final "Escola Segura". Depois somos nós que inventamos cabalas. Se bem que no estado a que deixaram chegar esta indecência se perceba a necessidade das "salas de chuto": é uma mera aposta no futuro... Não queiram combater a droga e os drogados e irão ver onde isto vai parar. Vai ficar "bué marado"...
Regresso dos jovens impolutos - Já chegarm os "jovens" barbaramente agredidos pelas autoridades letãs quando passeava tranquilamente junto ao rio Daugava. Parece que as carpideiras internacionais lá conseguiram que os meliantes aguardassem julgamento nos respectivos países. Como já aqui escrevi, é pena! Parece que até criaram um sítio na "internet" a que não tive acesso. Se conseguirem vão lá, a versão idílica deve ser de ir às lágrimas...
No país dos Otá(rios) - Grande bronca, num país normal é claro, seria a notícia de que, de acordo com estudos não tendenciosos a UE daria mais dinheiro para construir um novo aeroporto em Alcochete do que na Ota. Parece que quatro vezes mais! Para um país como o nosso, e aliado às demais vantagens já aqui apontadas, que importância isso tem?
Joe Berardo - Parece mesmo disposto a capultar o Benfica para um lugar cimeiro no desporto nacional e internacional. Oxalá consiga!
Israel advoga força com mandato para agir - A diplomacia dos "eleitos" desdobra-se em esforços para lograr uma força multinacional na fronteira entre o Egipto e a Faixa de Gaza, mas que tivesse mandato para agir e não apenas para observar os factos. Exactamente como aquela que muitos desejavam - e jamais conseguiram - para o sul do Líbano quando as violações deo exército israelita eram (são?) constantes e as mesmas nada mais podiam fazer que observar... e até parece que as atacaram, lembram-se?
O Dinossáurio Excelentíssimo - (desculpem mas é a primeira vez nesta casa que me vou referir à criatura) O patriarca ou senador ou lá o que querem que ele seja deste regime - Mário Soares - afirmou que o tal louco Chávez é um homem de convicções que tem como referência Simon Bolivar. E à sombra de tal referência não faz mal que seja um ditador? Como se vê continuam a existir os "bons" e os maus ditadores, ou a criatura estará ché-ché???

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