02 agosto 2011

ALVÍSSARAS... EI-LO REGRESSADO


Aqui, esperos que desta seja para ficar. Sinceramente já tinhamos saudades.

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11 agosto 2010

UM MESTRE DA CONTRA REVOLUÇÃO

Soube nesta casa, que uma vez mais assim presta notável serviço público, que a Almedina editou as Considerações sobre França do insígne mestre da contra-revolução Joseph de Maistre.
A sua filosofia política, caracterizada por um absoluto pesimismo - que assim afrontava na génese um dos pilares revolucionários, a bondade de Rousseau -, parte do pressuposto de que não é possível erradicar a injustiça (De Maistre apresentava como prova mais concludente desta constatação a morte de Jesus Cristo "o justo por excelencia".
Nesta, que é o seu mais importante escrito político, publicada em 1797, apresenta uma leitura alternativa, distante das habituais laudas, da Revolução Francesa, apresentando-a como um acontecimento “radicalmente mau”, quer nas suas causas, que abomina, quer nos seus efeitos perversos já bem claros à data da publicação.
Inimigo declarado da democracia - causadora de desordem social - advogou sempre em favor da monarquia hereditária, único regime político de inspiração divina, que jamais voltou a presenciar na sua terra (expulso da Suíça a mando do directório foi para Turim onde o Rei da Sardenha, fazendo uso da sua inegável craveira, o nomeou ministro plenipotenciário na corte do Czar em São Petersburgo [desta permanência resultou a sua notável obra em 3 volumes, Noites de São Petersburgo, publicados em 1821]).
Advogou, ainda, uma defesa de um cesaro-papismo que atribuia à religião um papel, profética constatação, fulcral: liderar a luta contra a decadência histórica para a qual a humanidade caminha.
Tempo pois de regressar à leitura dos Mestres e honrar a contra-revolução.

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07 agosto 2009

SAGA DE UM ALBICASTRENSE

O nosso amigo albicastrense, conhecido nestas andanças pelo apodo de "Harms", andava atormentado, por uma virose que parece alastrar por diversas casas da nossa predileção, entre o hesitante e o determinado quanto à manutenção da sua A Cidade do Sossego . No dia 4 de Julho depois de muita meditação (que o rapaz é meditativo...) encerrou a casa para grande desassossego dos seus leitores, entre os quais este vosso humilde escriba. Procurei-o em vão mas a ligação estava quebrada e vai daí, com manifesto pesar, o retirei da coluna da direita...
Ei-lo porém que regressa, apenas um mês depois. E ainda bem, o rapaz pensa bem, escreve bem e fazia-nos falta... Só me maça (nabo como sou nas andanças informáticas) pois vou ter que mexer no "template" o que é sempre uma aventura de resultado final imprevisível...
Um abraço e bom regresso, ah, e meditações derrotistas aqui, nem pensar, já nos basta o quotidiano do "socratistão"...

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14 julho 2009

MANUTENÇÃO

Nesta época de certo abatimento blogosférico, em certa medida motivada por outras coisas da moda com nomes estrangeiros - ainda mais estranhos que o consolidado "blog" - como "livros de caras", "meu espaço", "algaraviada" ou "olá cinco" (estou certo que haverá muitos mais que desconheço...), alguns bons partem, com pena de quantos os liam. Eu que vou resistindo a essas coisas imediatistas e de pouca substância (excepto claro, para coisas menos claras que a partilha de ideias a avaliar pelo teor de certos comentários que me contam proliferam nessas coisas) por aqui me mantenho fazendo as contas às baixas e aumentando os que chegam e que se saudam.
Partem:
o interessantíssimo A Cidade do Sossego, o Movimento Perpétuo eo Soberania e Nacionalismo.
Chagam as cada vez mais necessárias Cruzadas e o atento Corroios Terra Portuguesa,
Saudades dos que partem, boas vindas aos que chegam.

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14 janeiro 2009

A UNIDADE DOS NACIONALISTAS

Com a devida vénia ao autor de "A cidade do sossego", transcrevo um excerto da sua magistral crónica "O PNR ao parlamento europeu", onde coloca o dedo na ferida e exorta a que antes das divergências se procurem as convergências, não se esquecendo de exemplificar tal possibilidade ao relembrar aquela que é a mais espúria das unidades: trotsquistas com estalinistas. Aqui fica, pois, com a vénia merecida:
Por mais desculpas miseráveis que se possam arranjar, independentemente de quem esteja ou seja, este ano é o ano da unidade nacionalista. Os nossos adversários perceberam isso há uns anos, quando viram que sozinhos não entravam no Parlamento e recordaram com saudade o camarada Barreiros. Se os trotsquistas, os maoístas, os estalinistas e outros istas se uniram em torno do BE, as diferentes correntes nacionalistas também o podem fazer.Em 1986 os comunistas engoliram o sapo quando votaram em Mário Soares para derrotarem Freitas do Amaral (hoje já não seria necessário). Que haja um ou outra nacionalista que o faça também, se preciso for. Votar no PNR é obrigação moral de quem é nacionalista. Quanto aos NA, esses, já sabemos que não contam. Nem sequer para manobras divisionistas. O tempo deles já lá vai.

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15 julho 2008

AINDA A RECUPERAR O TRABALHO E SEM MUITO TEMPO...

Uma revista que não devem perder e que podem comprar no vosso vendedor habitual ou aqui, mas que, em caso algum, devem perder. Este número com um especial sobre a Reconquista, mas ainda muitos outros temas de interesse.



Um aumento imprescindível à coluna da direita (com o rasgado pedido de desculpas por este atraso).


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