09 abril 2008

OIÇAM-NO

Oiçam-no com atenção e atentem no que disse ontem o presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, António Martins: ninguém pode ser julgado por delito de opinião!
Agora esperemos que aqueles que estão apenas acusados e cuja presunção de inocência permanece no plano jurídico sejam julgados em conformidade com estes princípios, porque do que a imprensa vai fazendo a história será bem diferente...
Assegurou, ainda que os arguidos poderão dizer em tribunal tudo aquilo que quiserem, «porque os juízes permitirão que o julgamento se realize na maior tranqulidade e com possibilidade de defesa integral».
Esperemos para ver...

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08 abril 2008

O JULGAMENTO

José Pinto-Coelho manifestou hoje, aos microfones da TSF a sua concordância com as afirmações do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, que considerou após recente visita a Mário Machado, que os 36 elementos envolvidos no processo dito da "extrema-direita", alguns deles skinheads, cujo julgamento hoje se iniciou vão a tribunal fundamentalmente por delito de opinião e que, relembre-se, considerou abusiva a prisão preventiva aplicada a Mário Machado.
O Presidente Pinto-Coelho afirmou: «Eles estão presos há um ano. Privaram-lhes a liberdade sem nada de concreto. É tudo muito vago e é óbvio que é um delito de opinião e não há nada mais que um delito de opinião». Tal como sempre se defendeu nesta tribuna, José Pinto-Coelho defendeu que as pessoas «têm de ser presas pelos seus actos e não pelo que pensam, nem por intenções que hipoteticamente possam ter»; outrossim - como aqui sempre afirmei independentemente de quem se tratar -, manifestou a concordância com a condenação dos arguidos se algo o justificar [e baseado na mesma e exacta moldura penal que seria aplicável a um mesmo ilícito por qualquer outra pessoa, acrescento eu], mas jamais se essa condenação se basear em «opiniões políticas».

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11 outubro 2007

DEDICADA AOS SAUDOSISTAS DOS MÉTODOS BOLCHEVIQUES

30 abril 2007

ABRIL PRISÕES MIL

Já esta disponível o sítio Abril Prisões Mil que constitui um importantíssimo marco para a história ocultada das "amplas liberdades democráticas". Um grupo de ex-prisioneiros políticos de Abril (a tal revolução que diziam ter acabado com os prisioneiros políticos...), juntou-se e alimentou esta importante página. Como dizem os outros para que a memória não seja esquecida...
Já ali consta da coluna da direita. Visitem-no e combatam a intoxicação da história oficial que é ensinada aos jovens deste país.

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