25 novembro 2013

OU PÁRIA OU COMEDIANTE???

Na realidade nunca sei bem como os qualificar... O primeiro-ministro do estado sionista criado na Palestina, pária da comunidade internacional (tantas vezes fez tábua rasa das Nações Unidas), detentor (não se sabe bem ao abrigo de que autorização) de arsenal nuclear, manifesto desestabilizador regional afirma que o mundo faz mal em acreditar no Irão. Classificando-o de regime mais perigoso do mundo (não será o seu?) diz que não se deve acreditar que o Irão vá desistir da aquisição de arsenal nuclear (que Israel possui, naturalmente...)  afirmando que não se sente comprometido por este acordo e que o seu país tudo fará para impedir o Irão de obter o que Israeel possui...
Como podem ver não se como classificar tais declarações: comédia ou mais uma lamentável demonstração de pariato???

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06 maio 2013

TENDO SURGIDO DÚVIDAS SOBRE A CITAÇÂO ANTERIOR (QUE NÃO PUDE COMPROVAR)...

Aqui ficam umas documentadas:

"There is no such thing as a Palestinian people... It is not as if we came and threw them out and took their country. They didn't exist."- Golda Meir, statement to The Sunday Times, 15 June, 1969.

"This country exists as the fulfillment of a promise made by God Himself. It would be ridiculous to ask it to account for its legitimacy." - Golda Meir, Le Monde, 15 October 1971

"The Partition of Palestine is illegal. It will never be recognized .... Jerusalem was and will for ever be our capital. Eretz Israel will be restored to the people of Israel. All of it. And for Ever." - Menachem Begin, the day after the U.N. vote to partition Palestine.

"The settlement of the Land of Israel is the essence of Zionism. Without settlement, we will not fulfill Zionism. It's that simple." - Yitzhak Shamir, Maariv, 02/21/1997.

"(The Palestinians) would be crushed like grasshoppers ... heads smashed against the boulders and walls." - Isreali Prime Minister (at the time) Yitzhak Shamir in a speech to Jewish settlers New York Times April 1, 1988.

"Israel should have exploited the repression of the demonstrations in China, when world attention focused on that country, to carry out mass expulsions among the Arabs of the territories." - Benyamin Netanyahu, then Israeli Deputy Foreign Minister, former Prime Minister of Israel, speaking to students at Bar Ilan University, from the Israeli journal Hotam, November 24, 1989.

"The Palestinians are like crocodiles, the more you give them meat, they want more".... - Ehud Barak, Prime Minister of Israel at the time - August 28, 2000. Reported in the Jerusalem Post August 30, 2000

"If we thought that instead of 200 Palestinian fatalities, 2,000 dead would put an end to the fighting at a stroke, we would use much more force...." - Israeli Prime Minister Ehud Barak, quoted in Associated Press, November 16, 2000.

"It is the duty of Israeli leaders to explain to public opinion, clearly and courageously, a certain number of facts that are forgotten with time. The first of these is that there is no Zionism, colonialization, or Jewish State without the eviction of the Arabs and the expropriation of their lands." - Ariel Sharon, Israeli Foreign Minister, addressing a meeting of militants from the extreme right-wing Tsomet Party, Agence France Presse, November 15, 1998.

"Everybody has to move, run and grab as many (Palestinian) hilltops as they can to enlarge the (Jewish) settlements because everything we take now will stay ours...Everything we don't grab will go to them." - Ariel Sharon, Israeli Foreign Minister, addressing a meeting of the Tsomet Party, Agence France Presse, Nov. 15, 1998.

"Israel may have the right to put others on trial, but certainly no one has the right to put the Jewish people and the State of Israel on trial." - Israeli Prime Minister Ariel Sharon, 25 March, 2001 quoted in BBC News Online

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05 maio 2013

JÁ "ESTES" PODEM DIZER TUDO...

Removido por se terem levantado dúvidas sobre a citação apresentada que, não logrei comprovar.

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06 março 2013

GOOD OLD APARTHEID...

Em Israel também há autocarros "privativos" mas não se vislumbram os clamores de outros tempos... Porque será?
A resposta não é difícil...

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08 janeiro 2013

DA TRINCHEIRA 90

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06 novembro 2012

À ATENÇÃO DO SENHOR GOL*

Ainda na sequência de um postal que aqui deixei, também hoje no Público se conta a verdade ao senhor Embaixador (Com os lapsos relatados custa-me mesmo a ter que usar esta expressão...) de Israel.

* Realmente algém que tem apelido de obediência maçónica não augura nada de bom...

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02 novembro 2012

JÁ TEMOS UMA RELIGIÃO... SENHOR EMBAIXADOR DE ISRAEL


Esta semana, na Fundação Calouste Gulbenkian, por ocasião da conferência, Portugal e o Holocausto, aprender com o passado, ensinar para o futuro, o Senhor Embaixador de Israel em Portugal, Ehud Gol, com a ousadia e ausência de diplomacia que é sempre admitida aos embaixadores daquela estado, lembrou (a sobranceria desta gente é espantosa) que o nosso país  "foi o único país que colocou a sua bandeira a meia haste durante três dias" por ocasião da morte do então chefe de Estado alemão, Adolf Hitler, e que tal é  "uma nódoa que para nós, judeus, vai aparecer sempre associada a Portugal", que os judeus jamais esquecerão... É decididamente uma mania este monopólio de coisas a não esquecer desta gente...
E de nada valeram as desculpas de alguns arrependidos de circunstância de que o país de então não é o mesmo de hoje, a ditadura, Salazar, etc... Draconiano afirmou "os países têm de assumir responsabilidades pelo seu passado".
E continuou a zurzir no país que o acolhe (é de questionar se a expressão de diplomatas se lhes adequa...) lançando mais críticas. O segundo tema o incontornável para os "eleitos" de Sousa Mendes (declarado, naquela modéstia que os levou a classificarem-no como um dos "justos das nações do mundo" [apenas 25.000 no mundo inteiro], título dados aos "goim" que algo de relevante por eles fizeram. Ou seja não há justos nas nações do mundo se  nada tiverem a ver com os judeus e sua saga...) e da sua casa, agora em ruínas.
Por fim ttoca de criticar Portugal por ser apenas observador na Task Force Internacional para a Educação, Memória e Investigação do Holocausto, organização intergovernamental criada em 1998 e da qual são membros 31 países. "Já chega de ser apenas um observador. Portugal tem obrigação de ser um membro de parte inteira da Task Force", criticou um vociferante Gol que já disse ao ministro da Educação, para assinar um acordo com o Governo de Israel para que "os professores portugueses aprendam a ensinar o Holocausto" para que haja uma formação mais institucionalizada.
Na realidade, a soberba desta gente não conhece limites e ao Senhor Embaixador gostaria de dizer que enquanto o holocausto, seu estudo e conclusões, não forem um facto histórico - logo passível de ser estudado, livremente investigado e consequentemente discutido - sendo ao invés um dogma imposto por limitações à liberdade de investigadores não precisamos dessa aprendizagem.
É que para dogma já temos o da religião que nos legaram os nossos antepassados cristãos e não carecemos de mais em pleno século XXI.

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10 agosto 2012

DA TRINCHEIRA 68

31 julho 2012

UMA CABALA - SEGURAMENTE - POR MIM INVENTADA...

Beijando as mãos dos que lhe podem assegurar o dinheiro e ascensão ao poder, o candidato Mitt Romney, deslocou-se a Israel cujo sucesso se deve, no seu entender, "à mão da providência", para prestar tributo a quem, na realidade, manda na "coisa", não se esquecendo mesmo de assegurar, se a diplomacia falhar, que está pronto a fazer do Irão outro caso exemplar de "democracia", leia-se intervir militarmente...

Falando em Jerusalém que classificou de "capital de Israel", teceu ainda comparações (que a outro qualquer seriam qualificadas de xenófobas...) entre Israel e a Palestina...
Creio que está tudo dito. Não, desculpem. Foi hoje para a Polónia para tratar, supostamente, da questão do escudo anti-missil mas quero crer que a verdadeira razão será um certo "tour" obrigatório...

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01 junho 2012

SIONISMO SEMPRE EM ACÇÃO...

Noitcia o Expresso que o Museu judaico em Lisboa espera financimento, acrescentando que a Comunidade Israelita de Lisboa e a Câmara Municipal da capital estão empenhadas na contrução do dito museu (ao que parece sonho, compreensível, dos judeus portugueses), porém, como sempre em Portugal falta dinheiro e, sobretudo, saber quem paga o quê. E a falta de financiamento  "é o grande entrave à concretização do projeto", explicou àquele semanário Esther Mucznik, da direção da Comunidade Israelita de Lisboa.
A autarquia da capital já adquiriu um imóvel para o efeito, sito no Largo S. Miguel, em Alfama, e a CIL já dispõe de projecto. O Museu Judaico é "o grande sonho da Comunidade", referiu José Oulman Carp, Presidente da CIL.
Esta questão levanta, todavia, muitas outras associadas, desde logo porquanto na comunidade judaica não falta dinheiro para o edificar. Mas será que para edificar tão sectorial museu ainda terá que sobrar para nós? Será que assistiremos a um aumento do IMI ou outra qualquer taxa municipal para atender a tal necessidade?


E outra pergunta se impõe ao olharmos a fotografia do Secretário de Estado da Cultura e do Presidente da C.M.L. Será que são sempre tão solícitos com as tradições culturais e/ou religiosas do que visitam? Por exemplo benzem-se quando em visita a uma igreja católica? Ou será apenas a subserviência (e o complexo de culpa…) àqueles que mandam?
E será que todos nós podemos solicitar à autarquia museus do que pretendemos ou só podem ser os que afinam pelo politicamente correcto?


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23 maio 2012

DA TRINCHEIRA 57

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18 abril 2012

DA TRINCHEIRA 52

07 novembro 2011

QUE DIZER...

Israel vem afirmando repetidamente o desejo de um ataque militar contra o Irão. O Irão, que eventualmente deseja o mesmo, não o afirma, todavia. O Irão aproxima-se (segundo Israel) da bomba atómica, Israel há muito que a possui...
O desfecho desejado pelos sionistas parece estar para breve.
Quem são, na realidade, os intocáveis a quem tudo é permitido? A resposta é fácil...

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14 fevereiro 2011

UMA QUESTÃO COLONIAL...

Neste mesmo dia em 1896 o jornalista Theodor Herzl (nascido na Áustria) publicou o seu "Der Judenstaat" com o sub-título "Versuch einer modernen Lösung der Judenfrage" ou seja, proposta para uma solução moderna para a questão judiaca.
Como se vê, nesta obra de carácter meramente colonial (não foi por acaso que Herzl contactou Cecil Rhodes para com ele se aconselhar numa matéria em que Rhodes era, manifestamente, um especialista) já se buscava a solução da "questão judaica".
Não era, é certo, uma solução final, apenas uma solução moderna, mas, terminologia à parte, muito semelhantes uma à outra: encontrar um espaço não situado na Europa para a constituição de um estado judaico.

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22 janeiro 2011

ONDE ESTÃO OS PROTESTOS?


A revista ortodoxa israelita "Ma'ayanei Hayeshua" (Fontes da Salvação), de distribuição gratuita por todo o país (inclusive nas sinagogas), no seu editorial de 25 de Dezembro de 2010 apelou à concentração dos árabes em campos de extermínio. No artigo os editores atacam os rabis que se recusam a secundar os apelos para que não se arrendem casas a palestinianos, acusando-os de cobardia ao não seguirem os mandamentos bíblicos de eliminar os amalequitas (o que no contexto do texto se vê referir aos palestinianos). No último excerto do editorial escreveram “será interessante ver se eles (os rabis moderados) consentirão na concentração dos amalequitas em campos de extermínio, ou se declararão que a eliminação deles já não é relevante”.

Este apelo ao genocídio contra a população palestiniana não é nova em certos sectores da sociedade israelita porém é a primeira vez que surge numa revista de características familiares patrocinada por algumas das principais empresas do país como Bancos (Bank Hapo'alim, Bank Le'umi e Bank Discount), pela Isracard Group que trabalha com Visa e Mastercard, a companhia telefónica nacional (Bezeq) ou mesmo instituições académicas como o Jerusalém College of Technology.
Estranho que não se tenham ouvido comentários…

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05 janeiro 2011

UM LIVRO QUE VOS RECOMENDEI...

Ora vejam lá este excerto das páginas 17 e 18:
Porque será Israel, e nenhum outro país do mundo, alvo de uma deferência tão consistente por parte dos políticos mais importantes da América?
Há quem possa afirmar que isso se deve ao facto de Israel constituir um trunfo estratégico da maior importância para os Estados Unidos. Na verdade, aquele país e conhecido por ser um parceiro indispensável na «guerra ao terrorismo». Muitos poderão argumentar que fornecer apoio incondicional a Israel é uma obrigatoriedade moral, uma vez que e o único país da região que «partilha os nossos valores». Contudo, nenhum desses argumentos sobrevive a um escrutínio justo. A relação próxima entre Washington e Jerusalém faz com que seja mais difícil, e não mais fácil, derrotar os terroristas que neste momento apontam as suas miras aos Estados Unidos, ao mesmo tempo que mina a posição da América junto de aliados importantes do resto do mundo. Agora que a Guerra Fria acabou, Israel tornou-se um fardo, em termos estratégicos, para os Estados Unidos. No entanto, nenhum aspirante a político dira isso em público, nem sequer se atreverá a levantar essa questão.
Por outro lado, não existe nenhum argumento moral e consistente que justifique a relação acrítica e tão determinada da América com Israel. Por detrás da existência de Israel está, sim, um motivo moral, e existem motivos credíveis para os Estados Unidos se empenharem em ajudar Israel no caso de a sobrevivência do país estar em perigo. Mas, tendo em conta a forma brutal como Israel trata os palestinianos nos Territórios Ocupados, um raciocínio moral cuidado poderia levar os Estados Unidos a traçar uma política mais imparcial para com as duas facções ou até mesmo a tender para o lado dos palestinianos. Porém, é pouco provável que venhamos a escutar uma tal perspectiva por parte de alguém que ambicione ser presidente ou por parte de alguém que sonhe vir a ocupar um lugar no Senado.
O verdadeiro motivo da deferência dos políticos norte-americanos está no poder político do lóbi de Israel. O lóbi e uma coligação informal de indivíduos e organizações que trabalha activamente no sentido de orientar a política externa dos EUA numa direcção mais favorável a Israel. Tal como iremos descrever em detalhe, não se trata de um movimento único e unificado com uma liderança central, e em nada se assemelha a uma cabala ou uma conspiração que «controla» a política externa norte-americana. Trata-se, muito simplesmente, de um grupo poderoso, composto tanto por judeus como por gentios, com um interesse em comum, e cujo objectivo concreto é fazer pressão no seio dos Estados Unidos no sentido de favorecer Israel e de influenciar a política externa norte-americana de uma forma que os seus membros consideram vantajosa para o estado judaico. Os vários grupos que compõem este lóbi não concordam em todos os assuntos, mas partilham o desejo de promover uma relação especial entre os Estados Unidos e Israel. Tal como acontece com outros lóbis étnicos e grupos de interesse, os vários elementos do lóbi de Israel exercem formas legítimas de participação política democrática, que são em grande maioria coerentes com a longa tradição americana das actividades dos grupos de interesse.
Como o lóbi de Israel se tornou gradualmente num dos mais poderosos grupos de interesse dos Estados Unidos, os candidatos ao mais alto cargo do governo dedicam uma atenção especial aos seus desejos. Os indivíduos e grupos norte-americanos que formam o lóbi preocupam-se profundamente com Israel e não querem que os políticos americanos critiquem o país, apesar de essas críticas poderem ser legítimas ou, até, benéficas para o próprio país. Pelo contrário, querem que os líderes dos EUA tratem Israel como se este fosse o quinquagésimo primeiro estado. Tanto os democratas quanto os re¬publicanos temem a forca do lóbi. Todos eles sabem que qualquer politico que desafie as suas politicas tem poucas hipóteses de chegar a presidente.
Claro que os autores Professores das Universidades de Chicago e Harvard, já foram acusados de anti-semitismo e ameaçados, pois então...

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11 dezembro 2010

A LER ATENTAMENTE...



Da editora Tinta da China.

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14 julho 2010

O DESPUDOR E O TOPETE ISRAELITAS

Encontra-se entre nós o ministro dos Negócios Estrangeiros da República Islâmica do Irão, Dr. Manoutchehr Mottaki (que hoje recebeu de manhã jornalistas portugueses para uma franca, aberta e participada conferência) que, como é óbvio e evidente, pelas mais simples regras de cortesia, protocolo e reciprocidade existentes entre países com relações diplomáticas (como é o caso), foi ontem recebido pelo seu congénere português no Palácio das Necessidades. Acto, pois, absolutamente normal e compreensível.
Não compreensível a reacção despudorada do embaixador sionista em Lisboa que se atreveu a classificar o acto como "surpreendente", lançando duras críticas às autoridades portuguesas por terem recebido o chefe da diplomacia iraniana (ainda a entidade sionista não existia já nós mantinhamos relações diplomáticas com o Irão).
Surprendente, de facto, o topete do representante daquela potência nuclear regional - frequentemente desestabilizadora da região - que pretende impôr a sua agenda aos demais Estados soberanos.
Surpreendente como um Estado, que reiteradamente e tantas vezes violou determinações das Nações Unidas, se arvora em ofendido quando outros não se vergam à sua vontade.
Surprendente vindo de um estado agressor o que, até ver, nunca foi o caso do Irão...
Cada um que tire as suas conclusões.

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01 junho 2010

OS CRIMINOSOS DO COSTUME

A passividade igualmente costumeira. Mas aposto já convosco que havia armas nos barcos atacados por essa nação que de terrorista passou igualmente a ser de piratas, nem que tenha sido preciso lá deixá-las...
Quem é que é mesmo a grande ameaça à segurança regional?

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29 janeiro 2010

NEM OS FAMOSOS "MONTY PYTHON"

Nem os famosos e apreciados "Monty Python" ousaram chegar ao nível da presidente da "associação memo shoa", uma conhecida promotora do lóbi judaíco em Portugal. Nas páginas do "Diário de Notícias" (27.01.2010) afirmou que "Não tem havido debate sério em Portugal sobre o Holocausto". Tirando a parte cómica ficámos surpresos. Por todo mundo se esforçam os judeus por proibir a discussão do holocausto e por encarcerar aqueles que o querem indagar como facto histórico, exigindo apenas aquilo que em História é absolutamente normal - provas. Há vários presos, por essa Europa, por este "crime". Ou quereria a referida senhora dizer que não tem sido suficientemente propagandeado esse dogma maior dos nossos tempos. É que, manifestamente, para os judeus, debate e discussão não podem existir, logo deve ser outra coisa...
Nesse mesmo dia, nas páginas do mesmo jornal, o embaixador de Israel em Portugal dava bastos exemplos do tipo de debate pretendido num artigo denominado "Para não esquecer o Holocausto", onde a par de uma "isentíssima " adjecticação, não ocultou os reais propósitos do seu país e nos chamou a atenção para a "mais terrível tragédia da História da Humanidade". Que neles é tudo magno... ou não fossem os eleitos...

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