19 junho 2014

"MI REGALO HOY A SU MAJESTAD"

18 junho 2014

"ME ENCANTA CHILE!"

SIN MÁS POR EL MOMENTO...

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14 junho 2014

COM MANIFESTO GOZO...

Se regista a derrota humilhante dos pepes ante os Países Baixos...

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03 dezembro 2013

DA TRINCHEIRA 129

01 novembro 2013

DA TRINCHEIRA 128

24 outubro 2013

DA TRINCHEIRA 127

18 outubro 2013

DA TRINCHEIRA 126

Para lerem no fim-de-semana.

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11 outubro 2013

DA TRINCHEIRA 126

27 setembro 2013

DA TRINCHEIRA 124

18 julho 2013

MAIS A SÉRIO...

Não tivessem sido os gastos faraónicos para uma estadia de uma noite na Selvagem Grande, e achava muito bem esta afirmação de soberania sobre este arquipélago, para o qual tantas vezes se voltam os apetites dos "vuestros hermanos"...

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01 julho 2013

A GENÉTICA NÃO MENTE....

Recentes números da revista PLOS Biology, publicam um estudo "Genomics Recapitulates History in Europe" de Robin Meadows e outro "The Geography of Recent Genetic Ancestry across Europe" de Peter Ralph e Graham Coop  onde se prova que geneticamente os portugueses se encontram mais próximos de polacos ou alemães do que dos "vuestros hermanos" (estes revelando laços mais distantes com outros europeus).
Ora aqui está uma interessante descoberta que deita por terra muitas ideias feitas...

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10 maio 2013

DA TRINCHEIRA 109

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14 abril 2013

ESPAÑA DE LOS BORBONES?

Uma grande manifestação ocorrida hoje em Madrid veio levantar a questão do fim da monarquia no Estado vizinho. Embora diga sempre que em Espanha sou republicano até à medula, sempre me ocorre que, libertas as nações agrilhoadas pelo imperialismo espanhol, podem sempre restaurar-se as velhas soberanias locais em substituição desta realeza trazida pelos franceses...

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05 dezembro 2012

DA TRINCHEIRA 86

26 novembro 2012

"NO OBSTANT AIXÓ, AQUEST"*

*Ainda não foi desta...

Uma, necessariamente muito breve, súmula histórica
A zona catalã foi, no período histórico, colonizada inicialmente por gregos e cartagineses a que se seguiu, a ocupação romana (em cerca de 218 a.C.). A administração romana integrou-a, inicialmente na denominada Hispânia Citerior, e a partir do ano de 27 a.C. na designada Tarraconense.
No século V, com as invasões dos povos germânicos, foram os Visigodos a instalarem-se nessa área onde se veio a fundar o reino de Tolosa que se manteve até à invasão berbere, embora posteriormente com capital em Barcelona.
A reacção carolíngia no final do século VIII logrou reconquistar algumas cidades locais, entre elas Barcelona. Um século mais tarde Carlos “o Calvo” nomearia um conde de Barcelona subordinado à sua suserania e somente em finais do século X os condados catalães lograram ser independentes da monarquia franca. No século XII o conde de Barcelona foi reconhecido como soberano pelos demais condes locais, ainda que não adoptando o título de rei.
No século XII o conde de Barcelona, Ramon Berenguer IV tornou-se rei de Aragão, em virtude duma união dinástica, derivada do seu casamento com Petronila de Aragão, formando-se a Coroa de Aragão que incorporava os territórios catalães.
No século XIII, Aragão-Catalunha tornou-se uma importnate potência mediterrânica, graças à conquista dos reinos muçulmanos de Maiorca e de Valência (onde ainda  hoje se fala catalão). O poder de Aragão aumentaria com a conquista da Sicília em 1282, da Sardenha em 1354, com o domínio de Atenas e Neopátria e Nápoles em 1442. O estatuto de grande potência mediterrânica conduziu a um notório desenvolvimento do comércio, da manufactura, das letras e das artes
Data deste período o primeiro contacto frutuoso com a monarquia portuguesa. Na realidade D. Isabel de Aragão (a rainha Santa Isabel), filha de Pere II de Aragão, casou-se com o nosso rei português D. Dinis, marcando, de modo indelével, a sua cultura em território nacional.
Mais tarde, no século XV, o Infante D. Pedro, filho do duque de Coimbra, D. Pedro (neto, portanto de D. João I), e de Isabel de Urgell foi nomeado rei, pelos catalães, reinando como Pedro V de Aragão, Pedro IV da Catalunha, Pedro III de Valência.
Somente em 1469, o Rei Fernando II de Aragão casou com Isabel I, Rainha de Castela o que conduziu a uma união dos dois reinos e à posterior formação de uma monarquia espanhola.
Menos de dois séculos depois, entre 7 de Junho de 1640 e 13 de Outubro de 1652, os catalães envolveram-se num conflito, conhecido como a Guerra dos Segadores, contra o domínio  do rei Felipe IV. O espoletar da guerra deveu-se ao incómodo da presença de tropas espanholas no seu território no âmbito da guerra dos Trinta Anos entre a França e a Espanha.
No século XVIII, quando Portugal e a Catalunha, sem cuja revolta provavelmente, não teríamos logrado obter a nossa independência, lutaram juntos contra o rei Filipe IV, não só se desenvolveram as relações de natureza militar, como também as de ordem cultural e diplomática, sendo uma das nossas primeiras embaixadas pós-Restauração.
Também, durante a Guerra de Sucessão de Espanha, a Catalunha apoiou o pretendente austríaco (tal como nós e a Inglaterra), e somente depois da Batalha de Monjuic (11 de Setembro de 1714), apesar do heróico combate, teve que se render às tropas do pretendente francês. O novo rei, Filipe de Anjou (V de Espanha), era neto do rei francês Luís XIV e incorporou os territórios da antiga Coroa de Aragão sob o nome de Catalunha. A região deixou de ter um estado próprio (a Generalitat e o Conselho de Cento), perdeu os seus direitos e foi incorporada à força definitivamente no Reino de Espanha.
Só nos finais do século XIX floresce o movimento "Renaixença", que retoma as reivindicações do catalanismo político.
Muitas mais, e eventualmente mais importantes, semelhanças e interesses estratégicos se poderiam apontar entre os nossos países o que tornaria estas notas demasiado extensas...
Importa referir que, em vários dos momentos de perda da sua autonomia se verificou pesada repressão sobre os derrotados bem como a repressão cultural e linguística.
Dir-se-á, pois que as condições para uma Catalunha independente são as ideiais e, merecem a aprovação dos portugueses lúcidos (e sobretudo independentes da imperial Espanha que todos - nós antes dos mais - sempre pretendeu colocar sob a sua pata). A Espanha de hoje é muito mais débil que em 1640, 1873, 1931 ou 1934 quando eclodiram as breves Repúblicas Catalãs. E condição de monárquico à margem não parece ser o rei, apelando à contenção dos ânimos independentistas, o personagem ideal, ele que é descendente dos Bourbon, os verdadeiros coveiros da independência catalã.
Portugal nada tem a perder, antes pelo contrário, com a já referida (os chavões são, propagandisticamente, sempre audazes) "balcanização da península", ou seja com a proliferação de estados livres e independentes que nos permitam uma relação paritária e, sonho, permita a um estado ladrão (e que não honra a sua palavra) a devolução de Olivença.
À pergunta fulcral de como deve Portugal encarar este fenómeno. Uma resposta parece clara: será uma indignidade não estender a mão aos desejos independentistas dos nossos aliados catalães que, em 1640, nos estenderam a mão e permitiram que Madrid, empenhado em subjugar aquela revolta, permitisse as "veleidades" portuguesas.
É tempo, pois, de estender a mão à Catalunha!

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26 julho 2012

日本での勝利 (*)

(*) vitória do Japão. No jogo de futebol masculino nos Jogos Olímpicos
E logos aos "pepes". Depois de algumas coisas menos felizes no início destes jogos, eis uma boa notícia.

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22 julho 2012

VITÓRIA LUSA EM RUGBY

Não que seja particularmente interessado pelo "sevens" (quão aquém fica do Rugby tradicional...), mas uma vitória portuguesa (com apuramento para o mundial) para além do mais face à Espanha é sempre saudada nesta casa!

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27 junho 2012

"ПО ДОРОЗІ В КИЇВ"*

* A caminho de Kiev, onde se jogará a final.
Hoje é mesmo para ganhar, aos pepes como Sant'Iago aos mouros...

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25 junho 2012

CIRCULAM POR AÍ....

Muitas observações sobre as constituições étnicas das selecções do Euro 2012 circulam por aí,  e vulgarmente é considerada a Espanha como uma selecção "pura" (ainda um dia hei-de perceber como se definem este raio de critérios numa nação como a nossa...). Arrisco mesmo a dizer que alguns "nacionalistas" cá da praça irritados com os naturalizados que existem na nossa (facto aqui sempre condenado e denunciado, evidentemente) irão torcer pelos "hermanos" deles.
Qualquer bom português, nem que seja ao berlinde, jamais pode considerar perder com a Espanha. Creio que os quase novecentos anos de luta contra essa gente justificam plenamente a opção da casa: a a vitória de Portugal!

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23 junho 2012

O EURO, HOJE

Duas selecções que detesto, sem interesse nenhum. Que ganhe a que melhor for para nós...

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